Delegação israelense deixa o Cairo após reunião com mediadores da guerra em Gaza

Objetivo da reunião foi discutir uma trégua na Faixa de Gaza e a libertação dos reféns detidos pelo Hamas

O governo egípcio organizou uma reunião na terça-feira entre o diretor da CIA, William Burns; o chefe do Mossad, David Barnea; o primeiro-ministro do Catar (STEFANI REYNOLDSGIL COHEN-MAGENFABRICE/Getty Images)

O governo egípcio organizou uma reunião na terça-feira entre o diretor da CIA, William Burns; o chefe do Mossad, David Barnea; o primeiro-ministro do Catar (STEFANI REYNOLDSGIL COHEN-MAGENFABRICE/Getty Images)

Agência o Globo
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Publicado em 14 de fevereiro de 2024 às 06h54.

A delegação israelense encarregada das negociações para uma possível trégua com o Hamas na Faixa de Gaza deixou o Cairo, informaram meios de comunicação do país hebreu.

O governo egípcio organizou uma reunião na terça-feira entre o diretor da CIA, William Burns; o chefe do Mossad, David Barnea; o primeiro-ministro do Catar, Mohamed bin Abdulrahman Al Thani; além de autoridades egípcias.

O objetivo da reunião foi discutir uma trégua na Faixa de Gaza e a libertação dos reféns detidos pelo Hamas.

Vários meios de comunicação israelenses, incluindo The Jerusalem Post e The Times of Israel, noticiaram, na noite de terça-feira (hora local), o regresso da delegação do seu país, sem maiores informações.

A delegação está “regressando do Cairo”, disse um funcionário do gabinete do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, citado pelo The Times of Israel.

O chefe da Mossad deixou a capital egípcia “sem preencher nenhuma das principais lacunas nas negociações”, informou o jornal americano The Wall Street Journal, citando autoridades egípcias.

A televisão AlQahera News, próxima dos serviços de inteligência egípcios, disse, citando um alto funcionário egípcio, que as discussões no Cairo foram "positivas" e continuariam "pelos próximos três dias".

Uma fonte do Hamas disse à AFP que um membro do gabinete político do grupo liderará uma delegação ao Cairo para se reunir com os chefes de inteligência do Egito e do Catar.

Anteriormente, o movimento islâmico disse estar “aberto à ideia de discutir qualquer iniciativa para acabar com a agressão e a guerra”, disse um dos seus líderes, sob condição de anonimato.

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