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Comandante da marinha mantém esperanças de encontrar submarino

Comandante se disse convencido de que, embora seja "um trabalho lento", o esforço empenhado nas buscas "dará frutos"

Buscas: último paradeiro conhecido do submarino foi a cerca de 432 quilômetros do litoral patagônico argentino (Argentine Navy/Reuters)

Buscas: último paradeiro conhecido do submarino foi a cerca de 432 quilômetros do litoral patagônico argentino (Argentine Navy/Reuters)

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EFE

Publicado em 28 de novembro de 2017 às 14h16.

Mar del Plata (Argentina) - O comandante de um dos navios da marinha da Argentina que trabalham nas buscas do submarino San Juan, desaparecido há 13 dias, está convencido de que, embora seja "um trabalho lento" e a meteorologia não ajude, o "esforço dará frutos" e o submarino "será encontrado".

"Neste momento, o sentimento de cada embarcação que está nas buscas, de todas as tripulações, é dar o máximo até conseguir o objetivo final, que é encontrar o submarino", disse nesta terça-feira o capitão da fragata Fernando Sabadín.

O último paradeiro conhecido do submarino foi a cerca de 432 quilômetros do litoral patagônico argentino, depois que zarpou da base naval de Ushuaia, no extremo sul do país, rumo a Mar del Plata.

Atualmente, e em torno de uma área nessa região onde foi registrada uma explosão no mesmo dia em que o submarino desapareceu, mais de 4 mil pessoas e meios aéreos, navais e logísticos de 13 países colaboram para encontrar o submarino e seus tripulantes o mais rápido possível.

"Estou convencido de que o esforço dará frutos e o submarino será localizado. É um trabalho lento e, além disso, as condições hidrometeorológicas da região não ajudam", acrescentou Sabadín, que destacou que "o importante" é que estas tarefas "não têm pausa".

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