Mercados

Wall Street cai pressionada por ações da Apple

Queda nas ações da Apple ameaçava acabar com seis dias seguidos de alta no S&P 500 e pressionava fortemente o Nasdaq


	Bolsa de Nova York: às 12h21, o indicador Dow Jones subia 0,41 por cento, a 15.253 pontos, enquanto que o S&P 500 tinha desvalorização de 0,11 por cento, a 1.682 pontos
 (REUTERS/Brendan McDermid)

Bolsa de Nova York: às 12h21, o indicador Dow Jones subia 0,41 por cento, a 15.253 pontos, enquanto que o S&P 500 tinha desvalorização de 0,11 por cento, a 1.682 pontos (REUTERS/Brendan McDermid)

DR

Da Redação

Publicado em 11 de setembro de 2013 às 12h51.

Priorizar nos meus resultados Google

São Paulo - As bolsas dos Estados Unidos caíam nesta quarta-feira, uma vez que a queda nas ações da Apple ameaçava acabar com seis dias seguidos de alta no S&P 500 e pressionava fortemente o Nasdaq.

Às 12h21 (horário de Brasília), o indicador Dow Jones subia 0,41 por cento, a 15.253 pontos, enquanto que o S&P 500 tinha desvalorização de 0,11 por cento, a 1.682 pontos. O índice de tecnologia Nasdaq tinha perdas de 0,41 por cento, a 3.713 pontos.

As ações da Apple recuavam 5,4 por cento para 467,58 dólares, caminhando para sua maior queda desde abril.

Os bancos Credit Suisse, UBS e Bank of America Merrill Lynch reduziram a recomendação das ações para "neutro" após a companhia lançar novos modelos de iPhone na terça-feira.

"Parte do problema é que (analistas e consumidores) continuam comparando os produtos lançados e quem os apresenta a Steve Jobs e ao que ele teria feito", afirmou o diretor de operações da O'Neil Securities, Ken Polcari.

"A Apple é uma ótima companhia e fez a coisa certa em lançar dois produtos com preços diferentes para atender o mercado --enfim, é a Apple, todo mundo quer um (produto) dela".

Acompanhe tudo sobre:Mercado financeirowall-streetDow Jones

Mais de Mercados

Ações da Mercari voltam a subir após queda provocada por restrição a Pokémon

Na contramão do mercado, BofA prevê mais duas altas de juros do Fed até o fim de 2026

Dona do Mounjaro sobe 51% em um ano — até onde a ação pode chegar?

A história das duas letras que dão nome à C&A há quase dois séculos