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Dólar comercial abre em baixa de 0,25%, a R$ 1,627

São Paulo - O dólar comercial abriu o dia em queda de 0,25%, negociado a R$ 1,627 no mercado interbancário de câmbio. No pregão de ontem, a moeda americana subiu 0,99% e foi cotada a R$ 1,631 no fechamento. Na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F), o dólar à vista abriu em queda de 0,21%, […]

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Da Redação

Publicado em 24 de maio de 2011 às 10h36.

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São Paulo - O dólar comercial abriu o dia em queda de 0,25%, negociado a R$ 1,627 no mercado interbancário de câmbio. No pregão de ontem, a moeda americana subiu 0,99% e foi cotada a R$ 1,631 no fechamento. Na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F), o dólar à vista abriu em queda de 0,21%, a R$ 1,6272.

A mudança de estável para positiva na perspectiva do rating (classificação de risco) soberano do Brasil, anunciada ontem pela agência Standard & Poor's (S&P), levou à queda do dólar ante o real na abertura do mercado. "Uma melhora na perspectiva de rating é sempre uma notícia boa e cria a expectativa de mudança na nota. Isso pesa na cotação da moeda", disse um experiente profissional do mercado de câmbio.

Ele ponderou, no entanto, que desde 2008 as empresas de classificação de risco têm peso menor nos negócios, embora a influência ainda se faça sentir. Vale lembrar que participantes do mercado como os fundos são obrigados, pela legislação, a se pautar pelas notas de risco. Já os especuladores, que têm peso determinante nos mercados, não precisam necessariamente considerar os ratings.

No exterior, a melhora é generalizada. A recuperação parece mais um ajuste dos investidores, já que não há nenhuma novidade forte no mercado internacional. A única notícia positiva é a inesperada estabilidade do índice Ifo, de sentimento econômico, na Alemanha. Depois do rebaixamento do rating da Grécia e da perspectiva negativa de classificação de risco para a Itália na semana passada, ontem foi reduzida também a perspectiva da Bélgica e, agora, é a vez da agência Moody´s colocar 14 bancos britânicos em observação negativa, abrindo a possibilidade de rebaixamento. Estes fatores podem prejudicar os negócios.

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