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Dólar volta a ser negociado em R$ 5,35 após alta de 0,59% da moeda

A moeda americana subiu, apesar do bom humor do mercado com a possível recuperação em "V" da economia chinesa

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Dólar: tende a sinalizar relativa “estabilidade” entre os extremos de 5 reais a 5,50 reais (Gary Cameron/Reuters)

Dólar: tende a sinalizar relativa “estabilidade” entre os extremos de 5 reais a 5,50 reais (Gary Cameron/Reuters)

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Da redação com Reuters

Publicado em 6 de julho de 2020 às, 17h15.

Última atualização em 6 de julho de 2020 às, 17h23.

O dólar abriu em queda e chegou a cair mais de 1% logo após o início dos negócios no mercado interbancário no Brasil nesta segunda-feira, 6, mas depois passou a ser negociado em leve alta durante todo o pregão. A moeda americana fechou em alta de 0,594% em 5,3521 reais. Em boa parte, o movimento foi uma correção da sessão de sexta-feira quando a moeda fechou em 5,3161 reais.

A alta contrasta com o otimismo no mercado com a notícia de que o governo chinês publicou no China Securities Journal, veículo oficial do país, que a manutenção de um mercado vencedor saudável é mais importante do que nunca para a segunda maior economia do mundo. Segundo o editorial, a economia chinesa está se recuperando, enquanto passa por uma reforma e atraem dinheiro doméstico e externo, abrindo espaço para um mercado em alta.  

No mercado interno, pesada ainda sobre os mercados as declarações de Paulo Gudes. Em entrevista à CNN Brasil, o ministro afirmou que se concentra em programas para atacar “frontalmente” o desemprego, acrescentando que nos próximos “30, 60, 90 dias” o governo fará três ou quatro “grandes” privatizações. Guedes não informou quais empresas serão privatizadas, mas que “seguramente”, os Correios estariam na lista.

Segundo Sidnei Nehme, economista e diretor-executivo da NGO Corretora de Câmbio, o dólar tende a sinalizar relativa “estabilidade” entre os extremos de 5 reais a 5,50 reais, dependendo dos sinais benignos ou adversos que surgirem ao longo do semestre, não havendo projeções para pressões de demanda, percepção sancionada no Relatório Trimestral de Inflação que reduziu a projeção do déficit em transações correntes de 40 bilhões de dólares para 13 bilhões de dólares.

“O problema no câmbio atualmente é a volatilidade que é um empecilho aos negócios, fato que precisa de maior atenção do Banco Central do Brasil no que tange a eventual influência do “overhedge” por parte dos bancos que detém posições vendidas no mercado à vista próxima de 29 bilhões de reais.”

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