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Bovespa fecha em queda de 1,1% acompanhando exterior

Wall Street também caiu, com investidores aguardando o debate entre os candidatos à Presidência dos Estados Unidos, Hillary Clinton e Donald Trump, nesta noite

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	Bovespa: o volume financeiro somou 4,48 bilhões de reais
 (Dado Galdieri/Bloomberg)

Bovespa: o volume financeiro somou 4,48 bilhões de reais (Dado Galdieri/Bloomberg)

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Flavia Bohone

Publicado em 26 de setembro de 2016 às, 18h01.

São Paulo - O principal índice da bolsa paulista fechou em queda de cerca de 1 por cento nesta segunda-feira, acompanhando o viés negativo nas praças acionárias externas, com ações da Petrobras e de bancos entre as maiores pressões de baixa no pregão local.

O Ibovespa caiu 1,1 por cento, a 58.053 pontos. O volume financeiro somou 4,48 bilhões de reais.

Na Europa, os mercados acionários recuaram pressionados pelas perdas do setor bancário, com o Deutsche Bank atingindo mínima recorde em meio a preocupações sobre o impacto em suas finanças de uma grande multa cobrada pelos Estados Unidos.

Wall Street também caiu, com investidores aguardando o debate entre os candidatos à Presidência dos Estados Unidos, Hillary Clinton e Donald Trump, nesta noite.

"Vamos ver como vai ser a repercussão disso (debate) amanhã. Existe um temor de Trump se sair bem e ficar à frente nas pesquisas", disse o analista de renda variável da administradora de recursos Leme Investimentos João Pedro Brugger.

Destaques

- PETROBRAS PN recuou 2,12 por cento e PETROBRAS ON caiu 1,8 por cento, na contramão dos preços do petróleo que subiram 3 por cento nesta sessão, enquanto os principais produtores do mundo se reúnem na Argélia para discutir formas de sustentar os preços.

- BRADESCO PN caiu 1,24 por cento e BRADESCO ON teve baixa de 0,73 por cento, em sessão negativa para o setor bancário como um todo. O ITAÚ UNIBANCO fechou em queda de 0,77 por cento.

- EMBRAER recuou 3,43 por cento, a maior queda percentual do Ibovespa. No radar dos investidores estavam a informação no domingo da coluna de Lauro Jardim, do jornal O Globo, de que a empresa prepara a venda da unidade de defesa, o que a empresa negou "veementemente" em comunicado. Além disso, a Embraer confirmou o corte de cerca de 8 por cento da força de trabalho por meio de um programa de demissão voluntária.

- CSN recuou 0,46 por cento. Entre as notícias da companhia estava a informação da coluna Radar da revista Veja, no fim de semana, de que a siderúrgica está perto de vender a mineradora Casa de Pedra para um grupo chinês. Nesta sessão, fontes disseram à Reuters que a CSN está considerando vender parte de sua participação na Congonhas Minérios para a China Brazil Xinnenghuan International Investment (CBSteel).

- BRASIL PHARMA chegou a subir 10,4 por cento durante a sessão, mas anulou os ganhos e fechou com queda de 1,55 por cento, na sessão em que anunciou a venda da Drogaria Rosário para a PROFARMA, que avançou 5,26 por cento. As ações das duas empresas não fazem parte do Ibovespa.

- GAFISA, que também não faz parte do Ibovespa, subiu 2,86 por cento. O jornal O Estado de S. Paulo informou que a Tenda, braço de baixa renda da Gafisa, está se preparando para abrir capital e que isso pode acontecer até o fim deste ano.

- ELETROBRAS, que não está no Ibovespa, caiu 1,74 por cento. Na sexta-feira a estatal informou a convocação de assembleia geral extraordinária de acionistas para 24 de outubro para deliberar sobre a venda do controle acionário da distribuidora da energia goiana Celg-D.

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