Acompanhe:

Acionistas aprovam aumento de capital da Petrobras

Rio de Janeiro - Acionistas da Petrobras abriram caminho para a mega operação de capitalização da empresa ao aprovarem nesta terça-feira novos limites para a emissão de ações pela estatal e um novo patamar de capital autorizado de até 150 bilhões de reais, aumento de 150 por cento contra o capital anterior. Reunidos em Assembleia […]

Modo escuro

Continua após a publicidade
EXAME.com (EXAME.com)

EXAME.com (EXAME.com)

G
Guilhermo Parra-Bernal

Publicado em 22 de junho de 2010 às, 17h59.

Rio de Janeiro - Acionistas da Petrobras abriram caminho para a mega operação de capitalização da empresa ao aprovarem nesta terça-feira novos limites para a emissão de ações pela estatal e um novo patamar de capital autorizado de até 150 bilhões de reais, aumento de 150 por cento contra o capital anterior.

Reunidos em Assembleia Geral Extraordinária, os acionistas aprovaram o aumento do limite de emissão de ações preferenciais de 200 milhões para 2,4 bilhões de unidades. Eles estabeleceram ainda um limite de 3,2 bilhões para emissão de ações ordinárias, que dão direito a voto.

Com a aprovação, o Conselho de Administração da empresa fica autorizado a aprovar o aumento de capital que vai viabilizar boa parte dos investimentos previstos para o período de 2010 a 2014, de 224 bilhões de dólares, a maior parte para a área de Exploração e Produção (E&P).

O limite de capital autorizado aprovado pelos acionistas, como ressaltou a Petrobras anteriormente, não representa o valor pretendido pela companhia para a oferta de ações que deve ir ao mercado em meados de julho.

Mas esse limite contempla até uma eventual emissão adicional que a empresa decida fazer no prazo de um ano a contar desta terça-feira.

A expectativa do mercado é de que a capitalização injete no mínimo 25 bilhões de dólares no caixa da companhia por parte dos acionistas minoritários. A parte do controlador (governo), correspondente a 32 por cento do capital da empresa, será provavelmente concedido em reservas de petróleo de áreas não licitadas do pré-sal, a chamada cessão onerosa.

"A capitalização é necessária para melhorar a estrutura financeira da Petrobras, proteger suas métricas de crédito e pagar a União pelos direitos de exploração de reservas", informou uma nota do governo federal, controlador da empresa, lida para os acionistas na assembléia.

A operação de capitalização, no entanto, ainda está envolvida em incertezas, já que depende de vários fatores que ainda não foram definidos.

O principal ponto de dúvida é a definição do valor do barril de petróleo que será utilizado na cessão onerosa. 

A Petrobras, de um lado, e o governo, de outro, vão conversar para tentar chegar a um acordo sobre isso após certificadoras independentes fazerem suas avaliações.

A participação do governo na oferta de ações será por meio dessas reservas.

 

 

Últimas Notícias

Ver mais
GPA lança follow-on mirando de R$ 500 milhões a R$ 1 bi
Exame IN

GPA lança follow-on mirando de R$ 500 milhões a R$ 1 bi

Há 4 horas

Depois do primeiro ano com Extrafarma, Pague Menos acelera conversão de lojas e ganhos de sinergia
Exame IN

Depois do primeiro ano com Extrafarma, Pague Menos acelera conversão de lojas e ganhos de sinergia

Há 6 horas

Sob nova direção, The Body Shop tem futuro incerto
Exame IN

Sob nova direção, The Body Shop tem futuro incerto

Há 10 horas

Embraer (EMBR3) sobe 4% após superpedido da American Airlines
seloMercados

Embraer (EMBR3) sobe 4% após superpedido da American Airlines

Há 11 horas

Continua após a publicidade
icon

Branded contents

Ver mais

Conteúdos de marca produzidos pelo time de EXAME Solutions

Exame.com

Acompanhe as últimas notícias e atualizações, aqui na Exame.

Leia mais