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Deu play na IA: Spotify lança ‘playlist por comandos’ para usuários premium

Novo recurso permite criar playlists personalizadas com comandos e reforça aposta da plataforma em IA

Logo da Spotify  (Mustafa Ciftci/Anadolu Agency/Getty Images)

Logo da Spotify (Mustafa Ciftci/Anadolu Agency/Getty Images)

Publicado em 19 de março de 2026 às 17h18.

Última atualização em 19 de março de 2026 às 17h19.

Criar uma playlist sem precisar escolher música por música já é possível — agora, basta pedir.

O Spotify começou a liberar um novo recurso de inteligência artificial que permite montar playlists a partir de comandos simples. A novidade reforça o movimento da plataforma de transformar a experiência de ouvir música em algo cada vez mais personalizado.

Como funcionam as playlists com IA

O novo recurso, chamado de “playlist por comandos”, permite que usuários descrevam o que querem ouvir e a IA faz o resto. Em vez de buscar músicas manualmente, é possível pedir algo como:

  • Uma playlist para treinar
  • Músicas para relaxar
  • Um estilo específico com determinado clima
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A tecnologia usa o histórico de escuta do usuário para montar sugestões mais alinhadas com seu gosto. Segundo o Spotify, a ideia é mudar o papel do usuário dentro da plataforma.

Em vez de apenas receber recomendações, ele passa a direcionar o algoritmo com suas próprias palavras. Isso significa mais controle sobre o que será ouvido e uma experiência mais personalizada.

Playlists que se atualizam sozinhas

Outro diferencial é que essas playlists podem ser configuradas para se atualizar automaticamente.

Elas podem mudar diariamente ou semanalmente, mantendo o conteúdo sempre novo sem esforço do usuário. Na prática, a IA não só cria a playlist, como também cuida dela ao longo do tempo.

IA como motor da personalização

Nos últimos anos, o Spotify tem investido cada vez mais em inteligência artificial. A recomendação de músicas — que já era um dos diferenciais da plataforma — agora evolui para um modelo mais interativo, em que o usuário participa ativamente da criação.

A novidade reforça uma tendência maior no mercado digital. A IA está deixando de ser apenas um sistema de recomendação e passando a ser uma interface de interação — mais próxima da forma como as pessoas pensam e se comunicam.

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