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Após créditos de carbono, Ambipar mira novas iniciativas em blockchain

Empresa brasileira líder em gestão ambiental detalhou em entrevista à EXAME como funciona a Ambify e afirmou já ter outras iniciativas relacionados à tecnologia blockchain
Ambify usa tecnologia blockchain para negociar frações de créditos de carbono (Divulgação/AMBIFY)
Ambify usa tecnologia blockchain para negociar frações de créditos de carbono (Divulgação/AMBIFY)
Por Gabriel MarquesPublicado em 07/05/2022 11:00 | Última atualização em 09/05/2022 20:35Tempo de Leitura: 4 min de leitura

A empresa brasileira Ambipar, listada na B3 e líder mundial em soluções ambientais, lançou, no final do ano passado, a plataforma Ambify, cujo objetivo é vender frações de créditos de carbono no varejo e com apoio do blockchain. Mas a empresa parece decidida a adotar a tecnologia, e tem várias outras iniciativas que utilizam o sistema que sustenta os criptoativos.

Com a Ambify, a ideia é que os consumidores possam compensar suas pegadas de carbono de hábitos corriqueiros, como tomar um café ou fazer um almoço, por exemplo. Por meio de um aplicativo, os usuários podem adquirir de forma simples e rápida as frações de créditos de carbono, que são tokenizados e circulam em blockchain. A tecnologia garante a segurança e a veracidade da transação.

Os planos em relação ao uso de blockchain, entretanto, são muito mais amplos. Em entrevista à EXAME, o diretor de ativos digitais da Ambipar, João Valente, contou mais detalhes da plataforma e afirmou "ter mais parcerias a serem anunciadas nas próximas semanas" relacionadas à tecnologia blockchain e até ao metaverso.

“Nossa plataforma é bem diferente na sua concepção e a forma como queremos chegar até o público. Conseguimos compensar um café por R$ 20 centavos, ou um almoço por R$ 60 centavos, por exemplo”, explica João. “A forma como a gente faz isso foi ‘printando’ o crédito de carbono dentro do utility token, dentro da governança do BNB Chain (blockchain da Binance), tanto na criação do token, quanto na concepção do contrato inteligente”, completou.

(Mynt/Divulgação)

A estrutura de um crédito de carbono é um pouco diferente daquela de outros ativos, comenta o especialista, e é de extrema importância que essa validação seja feita por uma validadora confiável. O blockchain entra como uma segunda camada de veracidade.

“O número de série é o 'chassi' do crédito de carbono, é concedido pela certificadora e é a forma de representação deste carbono já existente. Como a própria Ambipar é geradora contínua de crédito de carbono, ela já fornece esse chassi. A Ambify só existe quando damos o lastro do crédito de carbono nos tokens”, esclareceu o diretor.

A tokenização de créditos de carbono não é exatamente uma novidade no Brasil. Outras empresas, como a Moss, já atuam neste segmento, mas com uma abordagem diferente, que tem foco maior em empresas - tem parcerias com grandes marcas como Hering e Gol, entre outras - e enxerga os créditos de carbono também como uma possibilidade de investimento, não apenas seu papel ambiental.

Já o objetivo principal da Ambify é destacar somente o papel ambiental do ativo, sem tratá-lo como possível fonte de receita - a plataforma, inclusive, não permite a revenda dos créditos adquiridos. “O propósito do Ambify é a compensação, a educação e o investimento na mitigação da mudança climática. Tendo dito isso, enxergamos as duas vertentes, até porque não temos ganhos com mercado secundário, mas não podemos ser utópicos, sendo que esse mercado existe”, conta ele.

“Se você acredita que o token vai se valorizar, pode comprar hoje e economizar para o futuro. O nosso diferencial é a transparência, o certificado que você recebe com clareza do hashID e número de série que está sendo compensado”, complementa.

João reconhece que convencer a maior parte da população de que compensar suas “pegadas de carbono” não é das tarefas mais fáceis. Por isso, o foco da Ambify será na educação. “Acreditamos que a educação vai explicar os termos da emissão de créditos de carbono assim como se explicava termos do mercado financeiro tradicional anos atrás”, explicou ele.

Com valor de mercado de R$ 3,68 bilhões, a Ambipar é uma das poucas empresas da bolsa com envolvimento já avançado em plataformas em blockchain. Conforme conta João, outras companhias vêm se aproximando, buscando informações sobre o assunto: “Estamos com uma agenda bem cheia com empresas buscando essas informações. O entendimento sobre o blockchain ainda está acontecendo. Vemos uma procura muito grande sobre o rastreio de informações e da cadeia de produção”.

A Ambify não deve ser a única marca da Ambipar a se relacionar com a nova tecnologia e pelo menos quatro novas iniciativas da empresa devem ser anunciadas nas próximas semanas: “Parcerias muito interessantes B2C [com foco no consumidor final] estão se formatando para as próximas semanas, e também estamos desenhando outras frentes de negócio de negócio da Ambipar dentro do metaverso, por que não?”, finalizou João.

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