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Mineradoras estão atrasadas em metas para reduzir emissões

Apenas 11 das 46 empresas de metalurgia e mineração analisadas têm metas de redução de carbono que correspondem aos níveis necessários para o objetivo das Nações Unidas
 (Getty Images/DOUGLAS MAGNO/AFP)
(Getty Images/DOUGLAS MAGNO/AFP)
Por BloombergPublicado em 18/08/2021 15:09 | Última atualização em 18/08/2021 15:09Tempo de Leitura: 3 min de leitura

Por Mariana Durao, da Bloomberg

O setor de mineração não tem reduzido emissões de gases de efeito estufa o suficiente para limitar o aquecimento global, mesmo depois de intensificar esforços para ajudar a combater a mudança climática.

Apenas 11 das 46 empresas de metalurgia e mineração analisadas pela Bloomberg Intelligence têm metas de redução de carbono que correspondem aos níveis necessários para o objetivo das Nações Unidas de limitar o aquecimento global a 2 graus Celsius acima dos níveis pré-industriais, segundo relatório da Bloomberg Intelligence. O grupo inclui gigantes como Anglo American e Newmont, maior produtora mundial de ouro.

A australiana Fortescue Metals e a sueca Boliden são as líderes do grupo, indicando melhor preparação para uma transição de baixo carbono e sugerindo a melhor combinação de desempenho atual e projetado para a redução de emissões, de acordo com o ranking de pontuação de carbono da Bloomberg Intelligence. As cinco empresas com melhor pontuação geral de carbono são:

Empresa Pontuação geral
Fortescue Metals Group Ltd. 9,84
Boliden AB 9,75
Kumba Iron Ore Ltd. 9,73
Newmont Corp. 9,53
BHP Group Ltd. 8,84

O ranking da BI classifica empresas quanto às tendências de redução, intensidade de dióxido de carbono atual e futura, cortes planejados e posicionamento para o final da década em comparação com um indicador de referência alinhado à temperatura, com base em dados até 1º de abril. Das empresas analisadas, apenas a Fortescue estabeleceu uma meta de neutralidade em carbono para 2030. Quatorze companhias pretendem zerar as emissões com prazos que variam de 2030 a 2050 como parte de uma transição de longo prazo.

A indústria de mineração enfrenta escrutínio cada vez maior de investidores e reguladores, que exigem maior ênfase em questões ambientais, sociais e de governança. Grandes mineradoras têm trabalhado para aperfeiçoar os relatórios de sustentabilidade, destacando que estão cientes de como seus negócios podem ser afetados se ignorarem essas demandas. Além disso, vários produtores fixaram metas para reduzir emissões ou adotaram objetivos mais ambiciosos nos últimos dois anos.

Produtores de alumínio enfrentam os maiores riscos devido às operações intensivas em carbono, de acordo com o relatório da BI. Essas empresas precisam reduzir as emissões em 49% até 2030, em comparação com o corte de 20% necessário para outras mineradoras diversificadas e de metais preciosos.

“Ter metas de redução de carbono é importante para empresas de alumínio, porque são mais intensivas em carbono do que a maioria dos outros metais”, disse Shaheen Contractor, analista da Bloomberg Intelligence. “Pode ser por isso que, entre outras mineradoras, como empresas de metais preciosos, poucas haviam fixado metas de emissão de carbono até 1º de abril.”

Produtoras europeias de alumínio podem registrar custos de até 1,5% do Ebitda até 2024, de acordo com o relatório. Uma proposta para cortar as emissões na União Europeia em 55% até o final da década “pode significar mais obstáculos”.

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