Governadores

Visão consolidada das pesquisas para governador

Última atualização:  outubro de 2026

Em parceria com

Inteligov

Acre

Norte
Alan Rick (REP)
35.7%
Mailza Assis (PP)
30.4%
Tião Bocalom (PSDB)
11.7%

Alagoas

Nordeste
JHC (PSDB)
44.6%
Renan Filho (MDB)
43.1%
Lenilda Luna (UP)
0.6%

Amapá

Norte
Dr. Furlan (PSD)
54.3%
Clécio Luís (UNIÃO)
38.6%
Marcos Reátegui (DC)
0.8%

Amazonas

Norte
Omar Aziz (PSD)
30.2%
Roberto Cidade (UNIÃO)
20.1%
Maria do Carmo Seffair (PL)
19.3%

Bahia

Nordeste
ACM Neto (UNIÃO)
42.7%
Jerônimo Rodrigues (PT)
40.4%
Maria Bona (PCO)
0.8%

Ceará

Nordeste
Ciro Gomes (PSDB)
44.2%
Elmano de Freitas (PT)
42.2%
Delegado Huggo (MISSÃO)
1.1%

Distrito Federal

Centro-Oeste
Celina Leão (PP)
37.1%
Leandro Grass (PT)
20.7%
José Roberto Arruda (PSD)
16.9%

Espírito Santo

Sudeste
Lorenzo Pazolini (REP)
36.5%
Ricardo Ferraço (MDB)
35.1%
Helder Salomão (PT)
9.2%

Goiás

Centro-Oeste
Daniel Vilela (MDB)
42.6%
Marconi Perillo (PSDB)
19.4%
Wilder Morais (PL)
16.6%

Maranhão

Nordeste
Eduardo Braide (PSD)
41.8%
Orleans Brandão (MDB)
33.2%
Felipe Camarão (PT)
9.1%

Mato Grosso

Centro-Oeste
Otaviano Pivetta (REP)
33.7%
Wellington Fagundes (PL)
27.6%
Natasha Slhessarenko (PSD)
12.3%

Mato Grosso do Sul

Centro-Oeste
Eduardo Riedel (PP)
51.0%
Fábio Trad (PT)
14.5%
Delcídio do Amaral (PRD)
7.0%

Minas Gerais

Sudeste
Cleitinho (REP)
38.0%
Patrus Ananias (PT)
16.5%
Alexandre Kalil (PDT)
9.1%

Pará

Norte
Daniel Santos (PODEMOS)
39.6%
Hana Ghassan (MDB)
36.3%
Araceli Lemos (PSOL)
2.1%

Paraíba

Nordeste
Lucas Ribeiro (PP)
47.0%
Cícero Lucena (MDB)
17.0%
Efraim Filho (PL)
15.7%

Paraná

Sul
Sergio Moro (PL)
40.9%
Sandro Alex (PSD)
22.9%
Requião Filho (PDT)
21.6%

Pernambuco

Nordeste
Raquel Lyra (PSD)
44.2%
João Campos (PSB)
42.1%
Ivan Moraes (PSOL)
1.1%

Piauí

Nordeste
Rafael Fonteles (PT)
59.3%
Joel Rodrigues (PP)
22.1%
Elizeu Aguiar (NOVO)
0.8%

Rio de Janeiro

Sudeste
Eduardo Paes (PSD)
39.4%
Douglas Ruas (PL)
25.5%
Anthony Garotinho (REP)
8.3%

Rio Grande do Norte

Nordeste
Allyson Bezerra (UNIÃO)
41.1%
Álvaro Dias (PL)
21.8%
Cadu Xavier (PT)
21.7%

Rio Grande do Sul

Sul
Luciano Zucco (PL)
32.9%
Juliana Brizola (PDT)
24.9%
Gabriel Souza (MDB)
11.7%

Rondônia

Norte
Marcos Rogério (PL)
41.9%
Adailton Fúria (PSD)
20.5%
Hildon Chaves (UNIÃO)
11.5%

Roraima

Norte
Arthur Henrique (PL)
56.8%
Soldado Sampaio (REP)
32.0%
Rosi Aires (PSOL)
2.0%

Santa Catarina

Sul
Jorginho Mello (PL)
56.2%
João Rodrigues (PSD)
15.0%
Gelson Merísio (PSB)
10.4%

São Paulo

Sudeste
Tarcísio de Freitas (REP)
49.4%
Fernando Haddad (PT)
30.5%
Vera Lúcia (PSTU)
1.3%

Sergipe

Nordeste
Fábio Mitidieri (PSD)
42.0%
Valmir de Francisquinho (REP)
33.3%
Ricardo Marques (PL)
5.8%

Tocantins

Norte
Dorinha Seabra (UNIÃO)
40.8%
Vicentinho Júnior (PSDB)
29.7%
Laurez Moreira (PSD)
7.8%

Metodologia: 

O agregador apresenta uma consolidação de dados que agrega todas as pesquisas eleitorais disponíveis até 1 de outubro de 2026. Esta iteração fundamenta-se em 49 novas pesquisas cadastradas no sistema PesqEle (TSE), somando-se às 552 da iteração anterior. O relatório utiliza institutos frequentes no cenário nacional e estadual, como Real Time Big Data, AtlasIntel, Datafolha, Paraná Pesquisas e Quaest. A análise utiliza uma Média Móvel Ponderada, que atribui pesos distintos aos resultados conforme a qualidade dos modos de abordagem. Pesquisas presenciais domiciliares têm peso total, enquanto métodos como IVR/Telefone e Online sofrem reduções de 30% a 45% na sua influência estatística. Além disso, a atualidade das pesquisas é crucial: o cálculo reduz em 25% o peso dos resultados a cada quinzena de caducidade. A tendência (entre parênteses a seguir) indica a variação média percentual de votos que um candidato ganhou ou perdeu a cada quinzena, também ponderando pela caducidade dos resultados anteriores — mas jamais abrindo mão deles. Um valor positivo sugere crescimento, enquanto um negativo indica retração, servindo como coeficiente para predições futuras baseadas no histórico acumulado. As análises aqui apresentadas têm caráter exclusivamente indicativo e não devem ser interpretadas como previsões determinísticas de resultado eleitoral, tampouco como projeções definitivas sobre a ocorrência de cenários específicos, como composição de segundo turno ou desempenho final de candidaturas. Responsável técnico: Leandro Terra Adriano, analista de risco político e doutor em Ciência Política pela Universidade de Minas Gerais (UFMG).