Economia

Serasa: vendas para Dia dos Namorados crescem 8,6%

Segundo a consultoria, compras de última hora aumentaram 4,9%

A alta nas vendas do Dia dos Namorados foi menor em 2011 (Getty Images)

A alta nas vendas do Dia dos Namorados foi menor em 2011 (Getty Images)

DR

Da Redação

Publicado em 13 de junho de 2011 às 16h14.

Priorizar nos meus resultados Google

São Paulo - As vendas para o Dia dos Namorados aumentaram 8,6% na semana (de 6 a 12 de junho) na comparação com o mesmo período do ano passado, segundo o Indicador Serasa Experian de Atividade do Comércio - Dia dos Namorados 2011, divulgado hoje. No ano passado, na mesma data, houve expansão de 10,9% das vendas.

De acordo com a Serasa, as compras de última hora (de 10 a 12 de junho) cresceram 4,9% em relação ao fim de semana correspondente do ano passado (11 a 13 de junho). Em 2010, as vendas de última hora haviam crescido menos: 2,9%.

Considerando apenas a capital paulista, houve crescimento de 6% nas vendas na semana do Dia dos Namorados e de 4,8% no fim de semana, em relação aos mesmos períodos de 2010. No ano passado, as altas registradas haviam sido de 6,5% na semana e de 12,7% no fim de semana.

Em nota, a Serasa Experian diz que o Dia dos Namorados num domingo estimulou as vendas em todo o País e, além disso, o clima frio no Sul e no Sudeste contribuiu para as vendas de confecções.

Embora o crescimento tenha sido menor em 2011, na comparação com igual data de 2010, "esta base de comparação é elevada, o que dá maior dimensão para os resultados de 2011", diz a Serasa Experian. "Com o bom Dia dos Namorados em 2011, o varejo encerra o primeiro semestre do ano com grandes resultados, ante um quadro de desaceleração econômica", avalia a entidade.

Acompanhe tudo sobre:EmpresasComércioempresas-de-tecnologiaVarejoDia dos NamoradosSerasa ExperianExperian

Mais de Economia

IPCA sobe 0,82% em setembro, puxado pela conta de luz e alimentos

Durigan diz ter dificuldade de entender 'euforia' do mercado após 1º turno

Reforma tributária: sistema de gestão virou obrigatório para a PME, mas não resolve sozinho

Desgaste de Lula e tensão com STF pesam mais que economia favorável, diz economista