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Petróleo fecha no menor nível em um mês

Há uma considerável pressão de queda da commodity vinda do aumento da tensão entre os países árabes

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Petróleo: na Nymex, o contrato para julho fechou no menor nível desde 4 de maio (Thinkstock/Thinkstock)

Petróleo: na Nymex, o contrato para julho fechou no menor nível desde 4 de maio (Thinkstock/Thinkstock)

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Estadão Conteúdo

Publicado em 7 de junho de 2017 às, 18h30.

Nova York - Os contratos futuros de petróleo encerraram o pregão desta quarta-feira, 7, em forte baixa, pressionados pela escalada das tensões no mundo árabe e o inesperado aumento dos estoques da commodity nos Estados Unidos.

Na New York Mercantile Exchange (Nymex), o contrato para julho fechou no menor nível desde 4 de maio, com queda de US$ 2,47 (-5,13%), a US$ 45,72 por barril.

A sessão, que costuma se encerrar por volta de 15h30, terminou com 50 minutos de atraso.

De acordo com a CME Group, que administra a Nymex, isso se deveu a problemas técnicos.

Na Intercontinental Exchange (ICE), em Londres, o Brent para agosto cedeu US$ 2,06 (-4,11%), a US$ 48,06 por barril.

O forte recuo do petróleo ocorreu em um dia em que o Departamento de Energia americano (DoE, na sigla em inglês) informou que os estoques semanais de petróleo subiram 3,295 milhões de barris nos estoques do país, contrariando a previsão de queda de 3,5 milhões.

O dado contrariou a leitura feita pelo American Petroleum Institute (API, uma associação de refinarias), que na véspera havia estimado recuo de 4,6 milhões de barris na semana passada.

"Isto foi uma divergência do que estávamos vendo, o que causou um reagrupamento e uma reelaboração dos participantes do mercado", avaliou o vice-presidente de pesquisa do Mobius Risk Group, John Saucer.

Há também uma pressão de queda da commodity vinda do aumento da tensão entre os países árabes.

Na segunda-feira, a coalizão liderada pela Arábia Saudita rompeu relações com o Catar, alegando que o reino catariano estaria financiado o terrorismo internacional.

A expectativa entre os investidores é de que o imbróglio impeça que os Estados-membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), cartel do qual Arábia Saudita e Catar fazem parte, cumpram com a promessa de redução de produção.

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