Economia

Despesa dos consumidores cresce 0,1 % em setembro nos EUA

A alta foi menor que as previsões dos analistas, que tinham antecipado um aumento de 0,2%, também inferior ao avanço de 0,4% registrado em agosto


	Consumidores: a desaceleração da despesa em setembro ocorreu, fundamentalmente, pela queda de 1,2% nos gastos de bens não duráveis como a gasolina, cujo preço está caindo nos últimos meses
 (Getty Images)

Consumidores: a desaceleração da despesa em setembro ocorreu, fundamentalmente, pela queda de 1,2% nos gastos de bens não duráveis como a gasolina, cujo preço está caindo nos últimos meses (Getty Images)

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Da Redação

Publicado em 30 de outubro de 2015 às 13h25.

Washington - A despesa pessoal dos consumidores nos Estados Unidos cresceu 0,1% em setembro, o que representou o menor aumento desde janeiro deste ano, informou nesta sexta-feira o Departamento de Comércio.

A alta foi menor que as previsões dos analistas, que tinham antecipado um aumento de 0,2%, também inferior ao avanço de 0,4% registrado em agosto.

A desaceleração da despesa em setembro ocorreu, fundamentalmente, pela queda de 1,2% nos gastos de bens não duráveis como a gasolina, cujo preço está caindo nos últimos meses.

Por outro lado, as despesas em bens duráveis, nas quais estão incluídos os automóveis, cresceu 0,8% no mês passado. Já no setor de serviços subiu 0,4%, de acordo com o relatório do governo.

A despesa dos consumidores equivale a dois terços do Produto Interno Bruto (PIB) dos EUA e é essencial para o crescimento econômico.

As receitas pessoais, que incluem todo tipo de renda além da salarial, registraram um crescimento de 0,1% em setembro, após quatro altas consecutivas de 0,4% entre maio e agosto.

O Departamento de Comércio divulgou ontem que a economia americana reduziu seu ritmo de crescimento para 1,5% no terceiro trimestre contra os 3,9% registrados no período anterior, apesar da despesa dos consumidores ter se mantido estável.

Esse índice cresceu 3,2% entre julho e setembro. Espera-se que siga forte nos próximos meses do ano, impulsionado pelos baixos preços do petróleo e a chegada da época de compras natalinas. EFE

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