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As contas do setor público consolidado (Governo Federal, Previdência e Banco Central) registraram um déficit primário de R$ 79 bilhões nos oito primeiros meses deste ano, piora em relação ao mesmo período de 2022, quando as contas públicas haviam registrado um superávit de R$ 120,05 bilhões.

No mês de agosto, esse saldo foi negativo em R$22,8 bilhões, de acordo com dados divulgados nesta sexta-feira pelo Banco Central. No mesmo mês de 2022, o déficit foi superior, ficando em R$30,3 bilhões.

Saldo negativo

Para o oitavo mês deste ano, foi o governo central (Tesouro Nacional, Previdência Social e BC) que puxou as contas para o negativo, com déficits de R$26,2 bilhões. O número foi parcialmente compensado pelo superávit de R$2,5 bilhões nos governos regionais e de R$866 milhões nas empresas estatais.

O dado do BC é sempre divulgado um dia após o número do Tesouro Nacional, que já havia anunciado, na quinta-feira, um déficit de R$ 26,35 bilhões em agosto.

Por sua vez, a dívida bruta do governo geral (Governo Federal, INSS e governos estaduais e municipais) ficou em 74,4% do PIB ou R$7,8 trilhões. Houve uma alta de 0,4 ponto percentual em relação ao resultado de julho.

Uma das metas da equipe econômica é estabilizar a dívida bruta do governo para baixo do nível de 75% do PIB até 2026.

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