Exame recebe especialista LGBTQIA+ para discutir caminhos da diversidade

A ativista compartilhou com os funcionários um pouco do que ela vê em outras empresas que buscam ampliar sua diversidade
Maite Schneider: consultora foi eleita pelo LinkedIn como uma Top Voice e trabalha com Direitos Humanos desde 1990 (Arquivo Pessoal/Divulgação)
Maite Schneider: consultora foi eleita pelo LinkedIn como uma Top Voice e trabalha com Direitos Humanos desde 1990 (Arquivo Pessoal/Divulgação)
Por Blog da ExamePublicado em 30/06/2021 18:32 | Última atualização em 30/06/2021 18:36Tempo de Leitura: 2 min de leitura

Em um mais um passo do Comitê de Diversidade da Exame para promover um ambiente diverso e com acolhimento para funcionários LGBTQIA+, a Exame realizou na tarde desta quarta-feira uma conversa virtual entre a equipe e a consultora Maite Schneider, fundadora da consultoria Integra Diversidade.

Maitê foi eleita pelo LinkedIn como uma Top Voice e trabalha com Direitos Humanos desde 1990. A ativista compartilhou com os funcionários um pouco do que ela vê em outras empresas que buscam ampliar sua diversidade e os desafios encontrados pelo caminho.

Entre os principais pontos estão a defesa pela empatia e o respeito como norte. Sem eles, não dá para dar o primeiro passo.

"O primeiro passo para ter segurança para os debates é a empresa dizer que ali é lugar de falar sobre tudo, mas com todo o respeito. O negocio é ser um lugar que seja aconchegante. Diversidade não é um ponto em que a gente chega, mas um caminho que a gente decidiu seguir. É a meta que você escolhe na sua vida e coloca os desafios diários", disse.

O encontro também teve a participação de colaboradores da Exame que relataram suas experiências profissionais como pessoas LGBTQIA+.

Maitê também destacou a importância da retenção de profissionais, além da atenção, porque é isso que vai demonstrar o real acolhimento que aquele profissional encontrará ali.

Além da empatia e do respeito, ela chamou a atenção para a importância de as pessoas ouvirem, e não acharem que já sabem como devem tratar os outros. Um exemplo disso é com que pronome se deve chamar alguém. Se é com "ele" ou "ela". Para saber a resposta, é importante sempre perguntar.