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Pesquisadores australianos descobrem a chave para perda de peso

Pesquisa descobriu que a "religação" de vias no sistema nervoso central aumentou significativamente a capacidade de queima de gordura

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Emagrecimento: identificar o processo foi um passo significativo para identificar o que poderia ser alterado (Thinkstock)

Emagrecimento: identificar o processo foi um passo significativo para identificar o que poderia ser alterado (Thinkstock)

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Agência Brasil

Publicado em 6 de dezembro de 2016 às, 09h29.

Cientistas da Austrália descobriram um caminho para acelerar a perda de peso. O estudo, publicado pela Universidade Monash de Melbourne nesta terça-feira (6), descobriu que a "religação" de vias no sistema nervoso central aumentou significativamente a capacidade de queima de gordura do corpo.

A descoberta - pela equipe da Monash University - marca o fim de uma corrida global de sete anos para descobrir como "mudar o interruptor" no corpo para ajudar na perda de peso.

Os pesquisadores descobriram que manter ratos a oito graus Celsius por uma semana ativou um processo dentro do sistema nervoso central causando à gordura branca, que armazena a energia, a transformação em gordura marrom, que queima energia.

Brian Oldfield, membro do Departamento de Fisiologia da Universidade Monash, disse que também descobriu mudanças no "último disparo" de conexões de células nervosas que viajam das células do cérebro diretamente para as células de gordura "bege" transformadas.

Sistema nervoso central é fundamental

"Ele chama a atenção na coordenação dos eventos no sistema nervoso central trazendo isso para o centro do cenário, e desestimula o papel desempenhado pelos processos periféricos que ocorrem na gordura," disse Oldfield.

"Sabemos que para que tais eventos sejam planejados de maneira que ajude os animais e os seres humanos a reagirem adequadamente às mudanças na temperatura e na dieta, deve haver coordenação dessa mudança no sistema nervoso central", explicou.

Ele disse que identificar o processo foi um passo significativo para identificar o que poderia ser alterado, imitado ou bloqueado para transformar "gordura ruim em gordura boa."

"A questão é que há uma quantidade limitada de gordura boa (marrom) em seres humanos - apenas cerca de 50 a 70 gramas," disse Oldfield.

"A esperança é que, ao induzir uma gordura marrom, você possa melhorar a capacidade de queimar energia. É uma questão de tentar encontrar a porta de entrada para ativar esses caminhos", finalizou.

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