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Temer se reúne com grupo de líderes religiosos no Palácio

Temer recebeu na sala de reuniões do gabinete presidencial, no terceiro andar do Palácio do Planalto, um grupo de líderes religiosos


	Michel Temer: o presidente ouviu trechos do Evangelho e rezou o Pai Nosso com os religiosos e parlamentares da bancada evangélica na Câmara
 (Ueslei Marcelino / Reuters)

Michel Temer: o presidente ouviu trechos do Evangelho e rezou o Pai Nosso com os religiosos e parlamentares da bancada evangélica na Câmara (Ueslei Marcelino / Reuters)

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Da Redação

Publicado em 12 de maio de 2016 às 20h44.

Brasília - A primeira reunião do presidente em exercício Michel Temer, de origem libanesa, depois de dar posse aos ministros e fazer seu primeiro pronunciamento no cargo não foi técnica, partidária nem administrativa.

Temer recebeu na sala de reuniões do gabinete presidencial, no terceiro andar do Palácio do Planalto, um grupo de líderes religiosos, evangélicos e de igrejas como a Católica Maronita e a Católica Ortodoxa Antioquina.

O presidente ouviu trechos do Evangelho e rezou o Pai Nosso com os religiosos e parlamentares da bancada evangélica na Câmara.

A pedido do arcebispo metropolitano da Igreja Ortodoxa, D. Damaskinos Mansour, de São Paulo, Temer gravou uma mensagem para a sociedade libanesa.

"Ele mandou uma mensagem para o Líbano e a Síria, desejando a paz para aquela terra", afirmou o líder ortodoxo.

Segundo Mansour, Temer é comendador e frequentador da igreja em São Paulo. "O presidente está pedindo uma bênção, eles nos convidou. Mas nossa missão não é política, é religiosa. Ele pode falar de política em outro lugar", afirmou.

"Não teve nenhum viés político, viemos só para abençoar. Para falar de política, temos nossos parlamentares", reiterou o pastor Silas Malafaia, líder da Igreja Assembleia de Deus Vitória em Cristo, ao final do encontro.

Para o arcebispo Edgar Madi, na Igreja Maronita do Brasil, o sentido do encontro multirreligioso foi "mostrar que ele quer unir o Brasil".

"O presidente quer mostrar que é presidente de todo o Brasil, não de uma fração, de um grupo. Ele quis mostrar para todos que nossa presença representa todo o Brasil (...) que o povo religioso seja unido também", afirmou.

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