• AALR3 R$ 19,62 -0.66
  • AAPL34 R$ 73,42 -0.19
  • ABCB4 R$ 16,98 3.03
  • ABEV3 R$ 14,83 0.95
  • AERI3 R$ 4,02 -8.22
  • AESB3 R$ 10,87 1.30
  • AGRO3 R$ 31,81 0.63
  • ALPA4 R$ 21,33 -1.66
  • ALSO3 R$ 20,10 1.16
  • ALUP11 R$ 26,49 1.15
  • AMAR3 R$ 2,42 1.68
  • AMBP3 R$ 30,56 3.14
  • AMER3 R$ 23,51 -0.63
  • AMZO34 R$ 71,35 -0.25
  • ANIM3 R$ 5,75 3.60
  • ARZZ3 R$ 82,69 -0.10
  • ASAI3 R$ 15,60 1.50
  • AZUL4 R$ 22,24 4.61
  • B3SA3 R$ 11,90 2.15
  • BBAS3 R$ 36,24 2.32
  • AALR3 R$ 19,62 -0.66
  • AAPL34 R$ 73,42 -0.19
  • ABCB4 R$ 16,98 3.03
  • ABEV3 R$ 14,83 0.95
  • AERI3 R$ 4,02 -8.22
  • AESB3 R$ 10,87 1.30
  • AGRO3 R$ 31,81 0.63
  • ALPA4 R$ 21,33 -1.66
  • ALSO3 R$ 20,10 1.16
  • ALUP11 R$ 26,49 1.15
  • AMAR3 R$ 2,42 1.68
  • AMBP3 R$ 30,56 3.14
  • AMER3 R$ 23,51 -0.63
  • AMZO34 R$ 71,35 -0.25
  • ANIM3 R$ 5,75 3.60
  • ARZZ3 R$ 82,69 -0.10
  • ASAI3 R$ 15,60 1.50
  • AZUL4 R$ 22,24 4.61
  • B3SA3 R$ 11,90 2.15
  • BBAS3 R$ 36,24 2.32
Abra sua conta no BTG

Aliada de Ciro, Marina Silva critica volta do marqueteiro João Santana

Ex-senadora foi alvo de ataques produzidos pelo comunicador, hoje contratado pelo PDT, na campanha presidencial de 2014, contra Dilma Rousseff
Marqueteiro do PT foi contratado pelo PDT (Reuters/Nacho Doce)
Marqueteiro do PT foi contratado pelo PDT (Reuters/Nacho Doce)
Por Agência O GloboPublicado em 24/04/2021 14:20 | Última atualização em 24/04/2021 14:21Tempo de Leitura: 3 min de leitura

Vista como possível apoiadora de Ciro Gomes na eleição presidencial do ano que vem, a ex-senadora Marina Silva criticou nesta sexta-feira o marqueteiro João Santana,
contratado pelo PDT. Segundo a líder da Rede Sustentabilidade, Santana, que foi preso pela Operação Lava-Jato, “representa a antítese do debate, é a política vista como um produto a ser vendido a qualquer custo e sem limite ético”.

  • Assine a EXAME e fique por dentro das principais notícias que afetam o seu bolso.

“Digo isso com conhecimento de causa por ter sido vítima desse tipo de estratégia em 2014, em ataques do PT, produzidos e operacionalizados por Santana. Portanto, jamais cometeria a incoerência de aceitar trabalhar com ele”, disse Marina, em nota após ser questionada se a contração do marqueteiro poderia dificultar seu apoio a Ciro.

Na eleição presidencial de 2014, Marina, que concorria pelo PSB e chegou a liderar a disputa, foi alvo de propagandas produzidas por Santana, responsável pela comunicação da campanha à reeleição da então presidente Dilma Rousseff. Um dos vídeos do horário eleitoral petista falava sobre a proposta de Marina de promover a independência formal do Banco Central. No vídeo, a consequência era a retirada de comida da mesa de trabalhadores. No final, Marina acabou em terceiro lugar.

“Não tenho como responder por Ciro nem pelo PDT. Apenas eles podem falar por suas escolhas e seus motivos. Quanto a mim, desde 2014 venho repetindo que uma campanha política tem que ser baseada no debate aprofundado de programas para o Brasil. O marketing jamais deveria se sobrepor a isso”, afirmou Marina.

E concluiu:

“Permaneço na minha posição sobre a natureza de uma campanha política. Ou mudamos o foco ou continuaremos a ser engolidos pelo reinado das fake news e do vale-tudo”.

'Legitimidade' para Ciro

Em entrevista ao jornal “O Estado de S. Paulo”, em fevereiro, a líder da Rede disse que Ciro tem “legitimidade” para liderar chapa alternativa a Jair Bolsonaro e ao PT, sugerindo se aliar a ele.

Fiel escudeiro de Marina e integrante do grupo que coordenou a campanha presidencial de 2014, Pedro Ivo Batista, ex-porta-voz da Rede (cargo equivalente ao de presidente em outros partidos), considerou “lamentável” a contratação.

— A Rede não tinha e nem tem posição por candidatos agora. Queremos primeiro discutir o programa. Mas esse marqueteiro é um gol contra — afirmou.

Santana acertou contrato de um ano com o PDT, pelo qual receberá R$ 250 mil mensais. A ideia é que depois ele trabalhe na campanha presidencial de Ciro. O marqueteiro foi condenado a oito anos e quatro meses de prisão na Lava-Jato por lavagem de dinheiro.

Em 2017, fechou acordo de delação premiada e confessou ter conta na Suíça para receber caixa dois. Até outubro, cumpriu prisão domiciliar e estava proibido de trabalhar com política. Agora, cumpre pena em regime aberto.