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Polícia do DF conclui que Joice Hasselmann sofreu queda e não foi agredida

A parlamentar, que acordou no dia 18 de julho no chão do seu apartamento funcional em Brasília, em meio a uma poça de sangue, com vários hematomas e fraturas, acreditava ter sido vítima de um atentado

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Joice Hasselmann: a PCDF informou que a investigação foi encaminhada ao Poder Judiciário e ao Ministério Público e corre em segredo de justiça (Agência Câmara/Agência Câmara)

Joice Hasselmann: a PCDF informou que a investigação foi encaminhada ao Poder Judiciário e ao Ministério Público e corre em segredo de justiça (Agência Câmara/Agência Câmara)

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Estadão Conteúdo

Publicado em 13 de agosto de 2021 às, 13h25.

Última atualização em 13 de agosto de 2021 às, 13h27.

A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) concluiu que a deputada federal Joice Hasselmann (PSL-SP) sofreu "queda da própria altura" e que não foi vítima de violência doméstica ou de agressão por terceiros. A parlamentar, que acordou no dia 18 de julho no chão do seu apartamento funcional em Brasília, em meio a uma poça de sangue, com vários hematomas e fraturas, acreditava ter sido vítima de um atentado, mas não descartava um acidente, pois não lembrava o que tinha ocorrido.

"A Polícia Civil do Distrito Federal - PCDF, por intermédio da 2ª DP - Asa Norte, concluiu as investigações do caso da Deputada Joice Hasselman no sentido de um incidente causado pela queda da própria altura. No caso, não se evidenciou quaisquer elementos que apontassem para a prática de violência doméstica ou atentado/agressão por parte de terceiros", diz a nota oficial.

A PCDF informou que a investigação foi encaminhada ao Poder Judiciário e ao Ministério Público e corre em segredo de justiça. Caberá ao MPF oferecer ou não denúncia à Justiça Federal. Procurada, a assessoria da deputada disse que ainda não foi oficialmente notificada sobre o caso.

Exame de corpo de delito feito no marido da deputada, o neurocirurgião Daniel França, mostrou que ele não tinha lesões e hematomas recentes no corpo. O laudo do Instituto Médico Legal (IML) tentou identificar sinais de um possível confronto físico e lesões em mãos, dedos e punhos, mas não encontrou evidências que confirmassem essa hipótese.

Desde o início, a parlamentar disse não se lembrar dos acontecimentos e informou ter tomado remédios para dormir naquela noite. E desconfiava que pudesse ter sido atacada por um agressor que poderia ter se escondido no seu apartamento, mas não descartava a possibilidade de uma queda.

A Polícia Legislativa da Câmara dos Deputados (Depol), um dos órgãos investigando o caso, analisou as câmeras de segurança do prédio onde a parlamentar mora e disse não ter identificado a entrada de nenhuma pessoa estranha entre os dias 15 e 20 de julho. Não há, no entanto, câmeras de segurança nas escadas, nem nas entradas dos apartamentos funcionais.

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