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Estudante brasileiro desaparece ao passear em Machu Picchu

Arthur Pascoali, de 19 anos, que estudava Artes Cênicas na Universidade de Brasília desapareceu no dia 21 de dezembro

Machu Picchu: um guia especialista na região, indicado pelo cônsul honorário, também acompanha as buscas pelo jovem (Wikimedia Commons)
DR

Da Redação

Publicado em 4 de janeiro de 2013 às 13h44.

Brasília - O cônsul honorário do Brasil em Cuzco ( Peru ), Elson Espinosa Estrada, e o adido policial da embaixada brasileira em Lima, José Calazani, acompanham as buscas pelo estudante brasileiro Arthur Pascoali, de 19 anos, que estudava Artes Cênicas na Universidade de Brasília e desapareceu nos arredores de Machu Picchu no dia 21 de dezembro.

A embaixada foi informada do desaparecimento na quarta-feira (2) pela família do estudante, que está na região. A própria embaixada informou às autoridades policiais peruanas sobre o sumiço do jovem, que saiu para fotografar e não voltou mais para o restaurante onde trabalhava em Águas Calientes, cidade próxima a Machu Picchu.

Um guia especialista na região, indicado pelo cônsul honorário, também acompanha as buscas. Até agora, no entanto, o Itamaraty não teve novas informações sobre a investigação.

O Caminho Inca é uma alternativa ao trem que conduz a Machu Picchu. Muitos estrangeiros preferem a caminhada com guias, que pode durar de três a quatro dias.

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Um guia especialista na região, indicado pelo cônsul honorário, também acompanha as buscas. Até agora, no entanto, o Itamaraty não teve novas informações sobre a investigação.

O Caminho Inca é uma alternativa ao trem que conduz a Machu Picchu. Muitos estrangeiros preferem a caminhada com guias, que pode durar de três a quatro dias.

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