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Dono de imóvel atingido por jato de Campos é indenizado

Perícia contratada pelo empresário João Carlos Lyra estimou em cerca de R$ 800 mil os prejuízos causados a imóveis atingidos pela queda

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	Local onde caiu o avião que levava Campos: uma das famílias afetadas já fechou um acordo e está recebendo a indenização em parcelas
 (REUTERS/Paulo Whitaker)

Local onde caiu o avião que levava Campos: uma das famílias afetadas já fechou um acordo e está recebendo a indenização em parcelas (REUTERS/Paulo Whitaker)

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Daniel Bramatti

Publicado em 30 de dezembro de 2014 às, 09h28.

São Paulo - Perícia contratada pelo empresário pernambucano João Carlos Lyra estimou em cerca de R$ 800 mil os prejuízos causados a imóveis atingidos pela queda do avião utilizado pelo ex-governador Eduardo Campos (PSB) em sua campanha presidencial.

Uma das famílias afetadas já fechou um acordo e está recebendo a indenização em parcelas.

Embora o avião estivesse em nome da empresa AF Andrade, Lyra se apresentou como um dos responsáveis por ele. Na época do acidente, em agosto, o empresário afirmou ter obtido empréstimos para adquirir a aeronave.

A Polícia Federal e o Ministério Público investigam a origem dos recursos.

Segundo o advogado Carlos Gonçalves Júnior, que representa Lyra na negociação com os donos dos imóveis, o valor de R$ 800 mil foi estimado por um perito do Instituto Brasileiro de Avaliações e Perícias (Ibape).

O avião caiu em Santos, no bairro de Boqueirão. Campos e mais seis pessoas morreram no acidente.

O Cessna Citation 560 XL, prefixo PR-AFA, atingiu casas, dois prédios, uma academia de ginástica e um buffet infantil.

Esses dois últimos imóveis não foram periciados e não entraram na conta do Ibape.

Negociações

Entre 36 e 37 famílias já abriram negociações com Lyra, segundo seu advogado. Algumas ainda não apresentaram suas estimativas de prejuízos.

No caso dos prédios, a defesa do empresário tem informações de que uma seguradora vai indenizar os moradores.

Nesse caso, a intenção de Gonçalves Júnior é pagar apenas a diferença entre a indenização e o prejuízo estimado. "Não faz sentido indenizar em duplicidade."

O advogado da maioria das famílias afetadas pelo acidente, Luiz Alberto Arruda Sampaio, não foi localizado nesta segunda-feira, 29, em seu escritório. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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