Diante de estrangeiros, ministros do TSE defendem democracia

Lewandowski destacou a “facilidade para votar, extrema simplicidade na expressão do voto”. Ele acrescentou que outra vantagem é a rapidez com que se sabe o resultado da votação
Observadores internacionais participam de seminário em Brasília (Nelson Jr./SCO/STF/Reprodução)
Observadores internacionais participam de seminário em Brasília (Nelson Jr./SCO/STF/Reprodução)
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Agência Brasil

Publicado em 30/09/2022 às 15:18.

Última atualização em 30/09/2022 às 15:36.

O vice-presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Ricardo Lewandowski, e a ministra Cármen Lúcia, que é membra efetiva da Corte Eleitoral, defenderam hoje, 30, a democracia e processo de votação eletrônico no Brasil.

Os dois participaram na manhã desta sexta-feira, 30, em Brasília, do segundo dia de um seminário voltado para observadores internacionais das Eleições 2022. O evento começou ontem, 29, quando os estrangeiros foram recebidos pelos presidentes do TSE, Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), Rosa Weber, e do Congresso Nacional, Rodrigo Pacheco.

Hoje, Lewandowski participou de uma mesa sobre o sistema eletrônico de votação e discursou sobre o tema "as urnas eletrônicas como instrumento da expressão da soberania popular".

O ministro fez um apanhado histórico sobre a urna eletrônica, frisando que o equipamento é seguro e auditável, além de ser simples, o que favorece a acessibilidade do voto, que pode ser desempenhado pelos eleitores, dos mais aos menos instruídos, incluindo os analfabetos.

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Simplicidade

Lewandowski destacou a “facilidade para votar, extrema simplicidade na expressão do voto”. Ele acrescentou que outra vantagem é a rapidez com que se sabe o resultado da votação. “Isso pacifica o país”, garantiu.

“Nunca se teve nenhuma dúvida quanto a autenticidade, segurança e certeza quanto aquilo que é proclamado oficialmente pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE)”, afirmou Lewandowski.

A ministra Cármen Lúcia discursou em seguida sobre o tema “desafios da democracia no mundo e na América Latina”. Ela afirmou que, mais que mera idealização, esse é um regime político que se vive diariamente.

“Quando falamos que a democracia é necessária não se trata de narrativa e nem de discurso, estamos falando de que escolha temos na vida para viver”, disse ela. “Qualquer comprometimento ou tentativa de botar abaixo as construções democráticas na sociedade e no estado são graves”, acrescentou a ministra do TSE.

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