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Censo 2022: Veja os sete estados que têm mais população idosa do que média brasileira

A pesquisa aponta que o envelhecimento da população brasileira não ocorreu de forma homogênea, o que gera distorções entre regiões e estados brasileiros

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14/06/2023 Brasília (DF) - Lar dos velhinhos - Dia Mundial de Conscientização da Violência Contra a Pessoa Idosa.   Foto Rafa Neddermeyer/Agência Brasil (Rafa Neddermeyer/Agência Brasil)

14/06/2023 Brasília (DF) - Lar dos velhinhos - Dia Mundial de Conscientização da Violência Contra a Pessoa Idosa. Foto Rafa Neddermeyer/Agência Brasil (Rafa Neddermeyer/Agência Brasil)

O Brasil tem sete estados com mais população idosa que a média brasileira, segundo dados do Censo Demográfico 2022, divulgados nesta sexta-feira, 27, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 

A pesquisa aponta que o envelhecimento da população brasileira não ocorreu de forma homogênea, o que gera distorções entre regiões e estados brasileiros. Enquanto o Norte é o mais novo do país, o Sudeste e o Sul são as regiões mais velhas. Os estados com população idosa acima do percentual nacional são:

  • Rio Grande do Sul - 14,1%
  • Rio de Janeiro - 13,1%
  • Minas Gerais - 12,4%
  • São Paulo - 11,9%
  • Paraná - 11,3%
  • Espírito Santo - 11,2%
  • Paraíba - 11%

A pesquisa evidenciou o envelhecimento da população do país: o grupo agora representa 10,9% do total de habitantes. Em 1980, o Brasil tinha 4,0% da população com 65 anos ou mais de idade. Em 2022, esse grupo etário têm o maior percentual desde 1872, ano de realização do primeiro Censo Demográfico brasileiro. Já a população de até 14 anos de idade, que era de 38,2% em 1980, passou a 19,8% em 2022.

Por que a população idosa cresceu no Brasil?

O aumento de idosos e diminuição de crianças são parte da transição demográfica iniciada na década de 1940, quando ocorreu alteração dos altos níveis de mortalidade e fecundidade, para baixos níveis de ambas as componentes demográficas.

As melhores condições sanitárias e avanços na área de saúde diminuíram a mortalidade da população, ao mesmo tempo que a maior urbanização, maior inserção da mulher no mercado de trabalho e avanços no planejamento reprodutivo com uma maior utilização de métodos contraceptivos diminuíram a taxa de nascimento.

"A partir do Censo Demográfico 1991, os nascimentos diminuem de forma constante, alterando o formato clássico da pirâmide etária de um país jovem, para uma pirâmide com o seu meio e topo relativamente mais inchados", justifica a pesquisa.

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