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As vencedoras do Prêmio Sebrae Mulher de Negócios 2023

Mais de 4 mil mulheres se inscreveram ao prêmio nas categorias Pequenos negócios, Produtora rural e “Microempreendedora Individual

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Cris Guterres, jornalista e apresentadora,  Raquel Virgínia, fundadora da Nhaí e cantora indicada duas vezes ao Grammy Latino, e Silvana Louro, empresária e fundadora da Equal Modas e 1º lugar na categoria Pequenos Negócios do Prêmio Sebrae Mulher de Negócios 2022, em roda de conversa com a diretora de Administração e Finanças do Sebrae, Margarete Coelho (YouTube/Sebrae/Divulgação)

Cris Guterres, jornalista e apresentadora, Raquel Virgínia, fundadora da Nhaí e cantora indicada duas vezes ao Grammy Latino, e Silvana Louro, empresária e fundadora da Equal Modas e 1º lugar na categoria Pequenos Negócios do Prêmio Sebrae Mulher de Negócios 2022, em roda de conversa com a diretora de Administração e Finanças do Sebrae, Margarete Coelho (YouTube/Sebrae/Divulgação)

O Sebrae premiou, nesta terça-feira, 5, em Brasília, as vencedoras do Prêmio Sebrae Mulher de Negócios 2023. Ao todo, 15 empreendedoras finalistas, selecionadas a partir das etapas estaduais e regionais, concorreram em três categorias: Pequenos negócios, Produtora rural e “Microempreendedora Individual (MEI)”. Este ano, mais de 4 mil mulheres se inscreveram ao prêmio (número 37% maior que na edição anterior).

A diretora de Administração e Finanças do Sebrae, Margarete Coelho, afirmou que o prêmio reconhece as mulheres empreendedoras com o intuito de fomentar o desenvolvimento de negócios.

“As mulheres são 30% dos empreendedores brasileiros e têm menos acesso ao crédito e menos horas dedicadas ao negócio porque ainda tem responsabilidade de gerenciar uma família. Queremos exaltar o trabalho de todas elas e estimular que mais mulheres possam desenvolver seus próprios negócios”, diz Coelho.

Empreendedorismo feminino

O presidente do Sebrae, Décio Lima, afirmou que a iniciativa do Sebrae é importante ao colocar em evidência os desafios diários enfrentados pelas mulheres que resolvem investir no empreendedorismo e abrir a própria empresa. “O preconceito ainda é um fator limitante que as mulheres precisam confrontar para ter sucesso nessa atividade”, afirma.

Segundo ele, 42% das empreendedoras brasileiras já presenciaram situações de preconceito contra outra mulher dona de negócio e 25% já sofrerem na própria pele atitudes discriminatórias.

“As mulheres que decidem abrir a própria empresa têm menos suporte da sua rede de apoio em comparação aos empreendedores do gênero masculino”, diz.
Além do reconhecimento nacional, as vencedoras do prêmio concorrem a benefícios que podem impulsionar seu negócio, como equipamentos eletrônicos de última geração e participação em missão técnica para capacitação.

A iniciativa também tem como objetivo inspirar outras mulheres a investirem nos seus sonhos e acreditar em seu potencial empreendedor. Desde 2004, ano da primeira edição do prêmio, mais de 100 mil mulheres se inscreveram e mais de 200 foram premiadas.

Confira abaixo as vencedoras:

Microempreendedora Individual (MEI)

Carla Naiana de Menezes Mota - Piauí - 1º lugar (moda)
Norelis Nathalie Madriz Falcon - Roraima - 2º lugar (artesanato)
Helen Fernanda Dorneles Viana – Rio Grande do Sul - 3º lugar (Estética)

Produtora Rural

Francisca Luciana Araujo Lisboa Athayde – Pará - 1º lugar (produtora de orgânicos)
Maria Francisca dos Santos - Piauí - 2º lugar (cultivo de frutas)
Anna Gabriella Rodrigues de Araujo Mayer Braga - São Paulo - 3º lugar (Palmito)

Pequenos Negócios

Andrea Cunha de Carvalho – Rio de Janeiro - 1o lugar (papel semente)
Elisangela Sheila Colondino Feitosa - Goiás - 2o lugar (Borracha)
Marilia Correa Borba – Rio Grande do Sul - 3o lugar (Radiologia Veterinária)

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