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Alckmin promete IVA para substituir cinco impostos, caso Lula seja eleito

"A reforma ajudará a economia a crescer. O Brasil será outro", publicou o candidato nas redes sociais, ao comentar a proposta de Lula para a economia

Eleições 2022: Lula e Alckmin prometem reforma tributária (Alexandre Schneider/Getty Images)

Eleições 2022: Lula e Alckmin prometem reforma tributária (Alexandre Schneider/Getty Images)

EC

Estadão Conteúdo

Publicado em 24 de outubro de 2022 às 14h34.

Última atualização em 24 de outubro de 2022 às 14h35.

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Candidato a vice-presidente e considerado um elo da campanha petista com o mercado financeiro, o ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSB) prometeu nesta segunda-feira (24) que Luiz Inácio Lula da Silva (PT), se eleito presidente, vai promover uma reforma tributária com um Imposto sobre Valor Agregado (IVA) em substituição a cinco tributos.

"A reforma ajudará a economia a crescer. O Brasil será outro", publicou o candidato nas redes sociais, ao comentar a proposta de Lula para a economia.

De acordo com o Alckmin, o Brasil terá um novo tripé formado por credibilidade, estabilidade e previsibilidade, palavras usualmente utilizadas por Lula para se apresentar ao centro político. O ex-governador também afirmou que responsabilidade fiscal é algo inegociável para a chapa.

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"A agenda econômica de Lula vai focar na competitividade. Reduzir o custo de produção. Retomar nossa indústria, emprego e renda. Desburocratização e digitalização junto de investimentos em infraestrutura e logística, enfrentando os gargalos do escoamento da nossa produção", escreveu o ex-governador.

Apoios

Alckmin também destacou, na nota publicada nas redes sociais, o apoio de economistas do Plano Real à candidatura de Lula e mostrou disposição de, se ele e o petista forem eleitos, ampliar as relações do Brasil com o mercado financeiro global.

"Acordos internacionais são fundamentais. Precisamos nos abrir à liquidez do mundo, que aguarda o retorno do Brasil para investir por aqui pautado na nova lógica da sustentabilidade", escreveu.

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