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Agregador Inteligov/EXAME: Celina Leão lidera eleição no Distrito Federal com 34,32%

José Roberto Arruda aparece em segundo lugar, com 20,26%, seguido por Leandro Grass, que registra 14,43% das intenções de voto no 1º turno

 (Divulgação/Instagram)

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César H. S. Rezende
César H. S. Rezende

Repórter de agro e macroeconomia

Publicado em 27 de setembro de 2026 às 08h53.

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Celina Leão aparece na liderança da disputa pelo governo do Distrito Federal, com 34,32% das intenções de voto no primeiro turno, segundo a última atualização do agregador de pesquisas eleitorais da Inteligov, divulgado em parceria com a EXAME.

Na comparação com a atualização anterior, Celina Leão manteve o mesmo percentual, sem variação no período. O mesmo ocorreu com os principais nomes da disputa: José Roberto Arruda segue com 20,26%, enquanto Leandro Grass aparece com 14,43% das intenções de voto.

A liderança de Celina Leão permaneceu estável na última semana, enquanto os principais concorrentes também mantiveram seus percentuais no agregador.

Paula Belmonte registra 4,31%, Ricardo Cappelli aparece com 3,74% e Kiko Caputo tem 2,30%. Entre os demais candidatos, Samara Mineiro soma 1,20%, Professor Robson registra 1,06%, enquanto Elisson Ferreira, Expedito Mendonça e Rico Pinheiro aparecem com 0,00%.

Veja os detalhes do Agregador aqui.

Tendência dos candidatos

O indicador de tendência do agregador mostra que Celina Leão teve a maior variação positiva entre os candidatos analisados, com alta de 2,52 pontos percentuais.

Professor Robson aparece na sequência, com avanço de 2,00 pontos percentuais, enquanto Paula Belmonte registrou crescimento de 0,41 ponto percentual e Leandro Grass, de 0,38 ponto percentual.

Entre as oscilações negativas, José Roberto Arruda apresentou queda de 0,51 ponto percentual, seguido por Ricardo Cappelli, com recuo de 0,21 ponto percentual. Kiko Caputo teve alta de 0,13 ponto percentual, e Samara Mineiro registrou variação positiva de 0,01 ponto percentual.

O indicador de tendência mede a variação média percentual de votos que cada candidato ganhou ou perdeu a cada quinzena dentro do modelo do agregador.

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Como funciona o agregador?

O resultado apresentado pelo monitor não corresponde a uma média aritmética simples das pesquisas. O modelo utiliza uma Média Móvel Ponderada, cálculo que atribui pesos diferentes aos levantamentos conforme critérios metodológicos e a data de realização.

Pesquisas presenciais domiciliares recebem peso integral no modelo, enquanto levantamentos feitos por IVR, sistema automatizado de entrevistas por telefone, e pela internet têm redução de 30% a 45% em sua influência estatística.

A metodologia também considera a atualidade dos levantamentos. Pesquisas mais recentes têm maior influência no cálculo, enquanto estudos anteriores perdem peso gradualmente.

O agregador reúne pesquisas registradas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e atualiza a média conforme novos levantamentos são incorporados.

Acompanhe tudo sobre:distrito-federalEleições 2026

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