Rio Grande do Norte: maior tendência de alta é de Cadu Xavier, com + 1,11 pp (Instagram/Divulgação)
Colaboradora
Publicado em 3 de outubro de 2026 às 17h20.
Última atualização em 3 de outubro de 2026 às 17h21.
O Monitor Eleitoral da Inteligov mostra Alysson Bezerra (União) com 41,11% das intenções de voto para o governo do Rio Grande do Norte, após alta de 8,38 pontos percentuais desde 17 de setembro. Álvaro Dias (PL) aparece com 21,75%, enquanto Cadu Xavier (PT) chega a 21,69%, deixando os dois separados por 0,06 ponto percentual. O agregador utiliza uma Média Móvel Ponderada, que considera fatores como metodologia e data de realização das pesquisas.
Em 20 dias, a disputa pelo governo do Rio Grande do Norte sofreu mudanças e tornou a possibilidade de um segundo turno diferente do que vinha se desenhando. Os dados são da última rodada do Monitor Eleitoral, o agregador de pesquisas eleitorais da Inteligov, divulgado em parceria com a EXAME na última sexta-feira, 2.
Alysson Bezerra (União) registra 41,11% das intenções de voto. Desde a medição do dia 17 de setembro, ele cresceu 8,38 pontos percentuais, sendo 4,49 pp só na última semana.
Já o ex-prefeito de Natal, Álvaro Dias (PL), encontrou seu pior patamar com 21,75%. Ele caiu 3,72 p.p. em duas semanas, sendo 1,82 nos últimos dias. Ao longo de agosto, ele chegou a ficar a 7,54 pontos de Bezerra como segundo colocado.
Cadu Xavier (PT), por sua vez, vem em uma crescente desde o final de julho, atingindo seu ápice nesta edição, com 21,69%, quase ultrapassando Dias. Ele cresceu 2,35 pp na última semana antes do primeiro turno.
Entre os demais candidatos, Rodrigo Lúcio Vieira, conhecido como Rodrigo Bolsonaro (Agir), tem 0,70%. Robério Paulino (PSOL) tem 0,47%. Dário Barbosa (PSTU) tem 0,27%. Henrique Lyra (PCO) tem 0,05%. Godeiro Linharess (DC) tem 0,05% e Arinalda do MLB (UP) tem 0,03%.
De acordo com o medidor de tendência do agregador, a maior tendência de alta é de Cadu Xavier, com + 1,11 pp. Alysson tende a uma alta de 0,62 pp. Dias tendem a uma queda de 0,34 pp.
Veja os detalhes do Agregador aqui.
O resultado apresentado pelo monitor não corresponde a uma média aritmética simples das pesquisas. O modelo utiliza uma Média Móvel Ponderada, cálculo que atribui pesos diferentes aos levantamentos de acordo com critérios metodológicos e com a data de realização de cada pesquisa.
Pesquisas presenciais domiciliares recebem peso integral no modelo, enquanto levantamentos feitos por IVR, sistema automatizado de entrevistas por telefone, e pela internet têm redução de 30% a 45% em sua influência estatística.
A atualidade também interfere no cálculo. A metodologia reduz em 25% o peso de uma pesquisa a cada quinzena de caducidade. Na prática, levantamentos mais antigos continuam no histórico, mas perdem influência sobre a média à medida que novas pesquisas são incorporadas.
Esse mecanismo busca dar maior peso ao retrato mais recente da eleição, sem descartar a trajetória acumulada desde março. A cada rodada, novas pesquisas registradas no TSE são incorporadas à base utilizada para o cálculo.
Na consolidação realizada até 1 de outubro de 2026, por exemplo, a base recebeu 49 novas pesquisas cadastradas no PesqEle. Elas se somaram aos 552 levantamentos considerados na iteração anterior.
Alysson Bezerra (União) aparece na liderança do Monitor Eleitoral, com 41,11% das intenções de voto. Desde a medição de 17 de setembro, ele passou a registrar 8,38 pontos percentuais a mais no agregador.
Álvaro Dias (PL) registra 21,75%, e Cadu Xavier (PT), 21,69%. A diferença entre os dois é de 0,06 ponto percentual no agregador.
Cadu Xavier registra 21,69% das intenções de voto. O petista chegou ao maior percentual de sua trajetória no agregador e passou de 19,34% para 21,69% na última semana considerada.
Álvaro Dias aparece com 21,75%. O percentual representa o menor patamar do ex-prefeito de Natal no período descrito pela matéria.
O Monitor Eleitoral é um agregador de pesquisas eleitorais da Inteligov divulgado em parceria com a EXAME. O resultado não corresponde a uma média aritmética simples dos levantamentos.
O modelo utiliza uma Média Móvel Ponderada e atribui pesos diferentes às pesquisas conforme critérios metodológicos e a data de realização. Levantamentos presenciais domiciliares recebem peso integral, enquanto pesquisas realizadas por IVR, sistema automatizado de entrevistas por telefone, e pela internet têm redução de 30% a 45% em sua influência estatística.
Não. A metodologia reduz em 25% o peso de uma pesquisa a cada quinzena de caducidade. Dessa forma, levantamentos antigos permanecem no histórico, mas perdem influência à medida que novas pesquisas são incorporadas.
Na consolidação realizada até 1º de outubro de 2026, 49 novas pesquisas cadastradas no PesqEle foram incorporadas à base. Elas se somaram aos 552 levantamentos considerados na iteração anterior.