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Yahoo reelege conselho que recusou proposta da Microsoft

Apesar das críticas, sobretudo do megainvestidor Carl Icahn, os nove diretores que compõem o conselho diretor do Yahoo foram reeleito pelos acionistas

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Da Redação

Publicado em 9 de março de 2011 às, 20h11.

Os acionistas do Yahoo reelegeram os nove atuais membros do conselho diretor e colocaram um ponto final a todas as discussões que envolveram o grupo diante das ofertas de aquisições da Microsoft.

A votação foi um misto de críticas e elogios às ações dos diretores em relação à oferta da gigante de software, mas ainda assim o CEO Jerry Yang foi reeleito com 85,4% dos votos. O presidente do conselho, Roy Bostock, permanece com 79,5%. Os acionistas representam 75,8% do 1,38 bilhão de papéis da empresa.

O embate em torno da organização do Yahoo remete ao mês de fevereiro, quando a gigante do software Microsoft ofereceu 31 dólares por ação da empresa, oferta que subiu para 33 dólares posteriormente - e que totalizaria 48 bilhões de dólares. No entanto, o CEO Jerry Yang firmou sua posição em 37 dólares por ação e a gigante do software acabou desistindo.

Um dos maiores críticos da postura do Yahoo foi o megainvestidor Carl Icahn, que detém cerca de 5% de participação da empresa e que acusou o conselho de defender seus próprios interesses e de não avaliar os benefícios possíveis do negócio.

Com o conselho reeleito, as tensões que rondavam as operações do Yahoo foram parcialmente amenizadas e Jerry Yang poderá tomar, com mais liberdade a partir de agora, novas medidas para reavivar as operações da empresa, que tiveram queda de nada menos do que 31% nas ações desde maio, quando a Microsoft retirou a oferta. Na manhã desta segunda-feira (04/08), os papéis da empresa recuavam 2,68%, a 19,27 dólares.

Estratégia de internet

Recentemente, o CEO da Microsoft - Steve Ballmer - afirmou que a aquisição do Yahoo seria uma "tática" e não uma "estratégia" para a empresa crescer em internet. Segundo ele, a aquisição iria acelerar o crescimento da Microsoft nas buscas e, para isso, as companhias começaram a conversar. No entanto, não há mais nada a ser negociado, segundo ele.

Para perseguir o Google de perto no território das buscas, a Microsoft pretende agora investir pelo menos 1,2 bilhão de dólares anualmente em ferramentas e tecnologia, além de marketing.

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