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Connecticut investiga Apple e Amazon sobre e-books

São Francisco - O procurador-geral do Estado norte-americano de Connecticut, Richard Blumenthal, estáinvestigando acordos fechados entre a Amazon.com e a Apple com editoras para vender livros digitais a preços mais acessíveis, alegando que esses pactos impedem que seus concorrentes consigam oferecer valores igualmente competitivos. "No começo do ano, as duas empresas fecharam um acordo de […]

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Da Redação

Publicado em 3 de agosto de 2010 às 10h21.

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São Francisco - O procurador-geral do Estado norte-americano de Connecticut, Richard Blumenthal, estáinvestigando acordos fechados entre a Amazon.com e a Apple com editoras para vender livros digitais a preços mais acessíveis, alegando que esses pactos impedem que seus concorrentes consigam oferecer valores igualmente competitivos.

"No começo do ano, as duas empresas fecharam um acordo de "preços mais favoráveis com grandes editoras, assegurando que suas rivais não possam negociar preços mais baixos", disse Blumenthal.

Ele citou editoras como Macmillan, Simon & Schuster, Hachette, HarperCollins e Penguin. Blumenthal enviou cartas à Amazon e à Apple solicitando uma reunião com seus executivos para discutir a questão.

"O mercado de livros digitais está prestes a explodir --com analistas prevendo que e-readers serão um dos eletrônicos mais vendidos da temporada de Natal--, o que gerou a revisão sobre o possível impacto negativo ao consumidor", afirmou Blumenthal em comuncado. "Essa restrição bloqueia preços mais baratos e competitivos para os consumidores."

A Amazon e a Apple são as principais concorrentes do mercado de e-books, junto com redes de livrarias norte-americanas como Banres & Noble e Borders Group.

Não foi possível contatar as duas empresas ou a editora Penguin para comentar o caso. Já as editoras Simon & Schuster e HarperCollins se recusaram a comentar.

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