• AALR3 R$ 20,01 -0.30
  • AAPL34 R$ 70,99 3.76
  • ABCB4 R$ 16,93 1.62
  • ABEV3 R$ 14,23 0.14
  • AERI3 R$ 3,76 -0.53
  • AESB3 R$ 10,81 -1.01
  • AGRO3 R$ 31,09 -1.11
  • ALPA4 R$ 22,80 2.84
  • ALSO3 R$ 19,15 1.59
  • ALUP11 R$ 26,48 -0.08
  • AMAR3 R$ 2,52 -2.70
  • AMBP3 R$ 31,84 -1.58
  • AMER3 R$ 21,57 0.33
  • AMZO34 R$ 3,52 4.14
  • ANIM3 R$ 5,51 -0.72
  • ARZZ3 R$ 83,00 2.13
  • ASAI3 R$ 15,78 -1.93
  • AZUL4 R$ 20,92 -0.14
  • B3SA3 R$ 12,68 2.18
  • BBAS3 R$ 37,07 -1.04
  • AALR3 R$ 20,01 -0.30
  • AAPL34 R$ 70,99 3.76
  • ABCB4 R$ 16,93 1.62
  • ABEV3 R$ 14,23 0.14
  • AERI3 R$ 3,76 -0.53
  • AESB3 R$ 10,81 -1.01
  • AGRO3 R$ 31,09 -1.11
  • ALPA4 R$ 22,80 2.84
  • ALSO3 R$ 19,15 1.59
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  • BBAS3 R$ 37,07 -1.04
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Os melhores gestores de fundos do mercado

O que será da economia em 2018? Saiba o que pensam os melhores gestores de fundos do país e onde eles estão investindo agora
 (Exame/Ilustração)
(Exame/Ilustração)
Por Giuliana Napolitano, Letícia Toledo, Naiara Bertão e Patricia VallePublicado em 14/12/2017 05:50 | Última atualização em 04/01/2018 12:28Tempo de Leitura: 13 min de leitura

GUIA DE FUNDOS

Quem arriscou ganhou dinheiro do fim de 2016 para cá. Os fundos de ações foram os mais rentáveis: nos últimos 12 meses até setembro, renderam 33%, enquanto o Ibovespa subiu 27% e o CDI ficou em 12%. A alta da bolsa também beneficiou os fundos multimercado nesse período. O rendimento médio foi razoável — ficou em 15% em 12 meses —, mas surpreendeu o fato de 92% dos fundos multimercado terem superado o CDI no período, segundo uma pesquisa exclusiva feita pelo Centro de Estudos em Finanças da Fundação Getulio Vargas, que analisou os 1.000 principais fundos do mercado.

“A grande maioria dos gestores soube aproveitar um cenário mais previsível, de alta da bolsa e de queda dos juros, e entregou bons resultados”, afirma o professor William Eid, um dos responsáveis pela pesquisa. O desafio será manter a performance no próximo ano, já que o cenário deve ser completamente diferente. A maioria dos analistas espera que os juros fiquem estáveis e que o mercado se mantenha volátil por causa das incertezas com as eleições. Além disso, depois da valorização recente, muitas ações ficaram caras, especialmente de setores voltados para o consumo interno. A tarefa dos gestores será tentar antecipar tendências e aproveitar os altos e baixos para encontrar oportunidades.

Como? Veja, a seguir, o que pensam os melhores gestores de fundos do país em diferentes categorias — entre as quais ações, multimercado e renda fixa. Eles foram selecionados com base na pesquisa da FGV, que analisou o risco e o retorno dos principais fundos abertos para receber investimentos. A lista dos melhores fundos do país pode ser consultada na sequência, e as informações dos 1.000 principais fundos, assim como a metodologia completa da pesquisa, estão disponíveis no site EXAME.

Baixe a lista dos 1.000 fundos analisados pela FGV

Toque para ampliar

Veja as instituições que mais se destacaram na gestão de fundos nos últimos 12 meses. O banco Itaú recebeu o prêmio de melhor gestor e o banco BTG Pactual foi escolhido o melhor especialista(1)

ESPERAR PARA DAR O BOTE

“Nosso cenário-base para 2018 é positivo. Acreditamos que os juros e a inflação continuarão baixos e que haverá um crescimento sustentado da economia. Mas os preços das ações, dos títulos de renda fixa e de outros ativos financeiros já refletem isso — ou seja, a chance de conseguir retornos expressivos não é tão grande. Para fazer bons investimentos, será necessário ser consistente na análise e aproveitar as oportunidades que forem surgindo ao longo do ano. É necessário monitorar os riscos que podem piorar a situação da economia e as expectativas, gerando volatilidade no mercado. O mais óbvio é o eleitoral. Como a economia está melhorando, é possível que os brasileiros, sentindo os efeitos dessa melhora nos próximos meses, escolham um governo de continuidade. Mas é impossível fazer previsões com tanta antecedência. Além disso, é preciso acompanhar a situação internacional. Hoje, o ambiente é benigno, com maior crescimento mundial. Mas um aumento da inflação nos Estados Unidos poderá levar a uma alta dos juros acima do esperado, o que prejudicaria o fluxo de recursos para países emergentes. Levando tudo isso em conta, vale a pena ser um pouco mais conservador e ter recursos disponíveis para comprar e vender quando for mais favorável. Quem souber esperar deverá ser recompensado.”

Germano Lüders

ITAÚ

Marcello Siniscalchi, diretor da gestora do banco

Prêmio: Melhor gestor do ano

Os melhores gestores do ano: 1o Itaú / 2o Bradesco / 3o Banco do Brasil


ANTÍDOTO PARA A INCERTEZA

“O próximo ano será complexo e com muita volatilidade por causa das eleições. Mas há aspectos positivos a ser considerados. O cenário de forte queda da inflação, que permitiu uma grande redução dos juros, terá um impacto relevante na economia. Devemos ter em 2018 o maior crescimento dos últimos anos, o que é bom para a bolsa. De forma geral, os preços das ações estão menos atrativos, porque o mercado já subiu bastante, mas há oportunidades. Nossa estratégia é fazer uma análise fundamentalista para buscar boas empresas, bem geridas, que tendem a gerar valor no longo prazo. É o caso, na nossa opinião, da varejista Lojas Renner e da B3 [resultado da união da BM&F Bovespa com a Cetip], por exemplo. Em renda fixa, não haverá tanta chance de ganhar dinheiro como no passado recente porque os juros já caíram bastante. Mas o vaivém eleitoral poderá criar oportunidades. Além disso, apostamos em nossa gestão de ativos no exterior. Continuamos confiantes no potencial da bolsa americana. Nossas ações preferidas são as da empresa de cartões Visa e as do Facebook.”

Germano Lüders

BTG PACTUAL

José Zitelmann, sócio e responsável pela gestora do banco

Prêmio: Melhor gestor especialista(1)

Os melhores gestores especialistas: 1o BTG Pactual / 2o BNP Paribas /3o Votorantim


 COMO EVITAR ERROS QUE CUSTAM CARO

“Um problema do mercado de títulos corporativos no Brasil é o fato de ele ter pouquíssima liquidez. Quem compra um papel de renda fixa emitido por uma empresa tem dificuldade de vendê-lo antes do prazo de vencimento. Por isso, errar pode custar caro. Em momentos de incerteza, na economia ou na política, é melhor ser cauteloso. É o que estamos fazendo hoje. Ainda que a perspectiva seja de recuperação econômica ao longo de 2018, os riscos não são desprezíveis. Preferimos investir em papéis de prazo mais curto e de grandes empresas — assim, reduzimos o risco de deparar com surpresas. Uma carteira de títulos de prazo mais curto tem outro benefício: se o mercado mudar e as empresas tiverem de pagar mais para se financiar, conseguiremos ter recursos disponíves de forma mais rápida para aproveitar essas oportunidades.”

Leandro Fonseca

ITAÚ

Daniel Palaia, gestor responsável pelos fundos de crédito do banco

Prêmio: Melhor gestor de fundos de alta renda e de varejo seletivo(2)

Os melhores gestores de fundos de alta renda: 1o Itaú / 2o Bradesco / 3o J Safra

Os melhores gestores de  fundos de varejo seletivo: 1o Itaú / 2o Banco do Brasil / 3o Santander


DE OLHO NAS DISTORÇÕES

“Fazer bons investimentos seguindo uma estratégia fundamentalista — analisando, por exemplo, os resultados e as perspectivas das empresas — deverá ser complicado em 2018 por causa das incertezas eleitorais. Será um ano para monitorar distorções de preço e seguir estratégias de arbitragem. Na renda fixa, preferimos os títulos públicos de prazo médio, como os prefixados que vencem em 2022 e os papéis atrelados à inflação que vencem em 2024. Os títulos mais longos são muito arriscados e os que vencem no curto prazo não oferecem bons rendimentos. Estamos otimistas com a bolsa pelo crescimento esperado do PIB, e investimos em ações de varejistas e de outras empresas voltadas para o consumo interno para capturar esse momento.”

Germano Lüders

BANCO DO BRASIL

Carlos André, diretor executivo da gestora do banco

Prêmio Melhor gestor de fundos de varejo(2)

Os melhores gestores de fundos de varejo: 1o Banco do Brasil / 2o Santander / 3o Caixa Econômica Federal


OTIMISMO COM O CENÁRIO EXTERNO

“O cenário externo tende a ser favorável para o Brasil em 2018. A mudança de comando do Federal Reserve, banco central americano, poderia ser um risco, mas a indicação de Jerome Powell traz confiança de que a alta dos juros nos Estados Unidos será gradual, o que é positivo para os países emergentes. O governo chinês sinalizou que vai atuar para fazer uma transição lenta de modelo econômico, então não esperamos grandes surpresas ali. Investimos no exterior como forma de proteger o patrimônio de oscilações do -real. Como a bolsa americana subiu bastante, é importante diversificar. Nosso fundo aplica em ações e em títulos dos Estados Unidos, da Europa e do Japão.”

Leandro Fonseca

BRADESCO

Vinícius Albernaz, diretor-superintendente da gestora do banco

Prêmio: Melhor gestor de fundos de atacado(2)

Os melhores gestores de fundos de atacado: 1o Bradesco / 2o Itaú / 3o Santander


O PERIGO DE SER MANIQUEÍSTA

“Muitos investidores erram quando ficam com uma visão maniqueísta sobre a bolsa: em alguns momentos, nada presta; em outros, tudo é uma maravilha. O mercado não funciona assim. Sempre existem oportunidades, mas é preciso estar vivo, procurando, fazendo análises, para encontrá-las. As ações de empresas voltadas para o consumo doméstico foram um bom investimento até meados de 2017, puxadas pela perspectiva de recuperação da economia, mas muitos investidores apostaram nisso, e várias delas ficaram caras. Decidimos, então, vender alguns desses papéis, embolsar os ganhos e procurar uma nova assimetria. A retomada da economia começa a entrar em outra fase, em que setores diferentes devem ser beneficiados. O de construção civil deve ser um deles, mas é preciso investir aos poucos, monitorando a situa-ção das empresas. Temos mais recursos em caixa do que no passado, mas não estamos pessimistas. Ao contrário: acreditamos que existe espaço para a bolsa valorizar em 2018. Queremos ter recursos para aproveitar as oportunidades. A procura por investimentos em bolsa deverá aumentar nos próximos meses em razão da queda dos juros. Esperamos maior fluxo de aplicações de grandes investidores locais, como os fundos de pensão.”

Leandro Fonseca

ITAÚ

André Caldas, gestor responsável pelos fundos de ações do banco

Prêmio: Melhor gestor de fundos de ações

Os melhores gestores de fundos de ações: 1o Itaú / 2o Bradesco / 3o Banco do Brasil


UM MERGULHO NAS COMPANHIAS ABERTAS

“O Brasil é um país complicado. É difícil fazer previsões sobre quais setores podem ter um bom desempenho porque eles são constantemente influenciados pela macroeconomia e pela política. Preferimos fazer uma análise profunda das empresas que consideramos promissoras. O objetivo é comprar ações de boas companhias quando o mercado nos oferece esses papéis a preços interessantes. Hoje, investimos nos papéis das empresas de energia elétrica Equatorial e Transmissão Paulista, da rede de escolas Ser Educacional, da administradora de -shoppings Iguatemi e de alguns bancos. Uma vez que escolhemos o que comprar, mudamos pouco as carteiras dos fundos. No último ano, a composição ficou praticamente estável. O que fazemos é aumentar ou diminuir a quantidade de ações que temos de cada empresa à medida que elas ficam mais caras ou baratas. Como a bolsa subiu bastante nos últimos meses, está difícil encontrar oportunidades.”

Germano Lüders

OCEANA

Leonardo Messer, fundador da gestora

Prêmio: Melhor gestor especialista de fundos de ações(1)

Os melhores gestores especialistas de fundos de ações: 1o Oceana / 2o BBM / 3o Mapfre


DA PETROBRAS AOS BANCOS

“Para ganhar dinheiro em 2017 foi preciso diversificar, e essa tendência deverá continuar no próximo ano. É importante ter uma reserva aplicada em produtos mais conservadores, como os fundos DI, mas não é isso que vai garantir uma rentabilidade muito superior à inflação. Será necessário combinar diferentes investimentos de renda fixa e variável — a reserva poderá ser usada para aproveitar as oportunidades que surgirem nos próximos meses. Na bolsa, as ações da Petrobras são uma boa alternativa. A empresa deverá continuar vendendo ativos e reduzindo o endividamento, o que vai gerar valor para o acionista. As perspectivas também são positivas para as ações do setor bancário, que deverá ser beneficiado pela esperada retomada do crédito, e para o setor de consumo, que deverá crescer impulsionado pela recuperação da economia.”

Leandro Fonseca

BRADESCO

Ricardo Almeida, diretor de investimentos da gestora do banco

Prêmio: Melhor gestor de fundos multimercado

Os melhores gestores de fundos multimercado: 1o Bradesco / 2o Itaú / 3o Banco do Brasil


PRÉVIA DO ESTRESSE QUE VIRÁ

“Em termos de risco, o ano de 2017 foi apenas a preparação para o ano eleitoral de 2018. Por isso, vale a pena ter alguns ‘portos seguros’ na carteira. É o caso de ações dos setores de serviços públicos, que apresentam receitas estáveis. Também estamos investindo em títulos emitidos por empresas brasi-leiras no exterior. Alguns papéis de grandes empresas ainda oferecem um retorno interessante porque investi-dores estrangeiros que conhecem pouco a realidade brasileira consideram um ativo complexo ou arriscado e pedem prêmios maiores para aplicar. Mas nossa análise mostra que o risco é menor. Além disso, aplicações no mercado externo protegem o patrimônio se o real desvalorizar por causa de algum estresse eleitoral. Ainda assim, nosso cenário-base é de um novo governo que dará continuidade ao trabalho que vem sendo feito, com reformas macro e microe-conômicas. Também fazemos uma leitura positiva do ambiente in-ternacional. E acreditamos que o Banco Central seguirá tendo uma atuação independente, o que será fundamental para manter a inflação sob controle e os juros abaixo dos 2 dígitos. Os Estados Unidos devem ditar a toada do -crescimento econômico mundial e a China tende a continuar com uma expansão elevada do PIB.”

Leandro Fonseca

AZ QUEST

Laurence Mello, gestor responsável por fundos de crédito

Prêmio: Melhor gestor especialista de fundos multimercado(1)

Os melhores gestores especialistas de fundos multimercado: 1o AZ Quest / 2o XP / 3o Claritas


CRESCIMENTO SEM INFLAÇÃO

“Estamos cautelosamente otimistas para 2018. Existe capacidade ociosa nas empresas e um estoque de mão de obra disponível em razão do desemprego, o que deve contribuir para segurar a inflação mesmo num ambiente de crescimento econômico. Isso permite que os juros continuem baixos. O rendimento dos papéis de renda fixa está comprimido, mas ainda vemos oportunidades em títulos prefixados. A situação das contas externas deve ser favorável no próximo ano, o que abre espaço para alguma valorização do real. Mas isso poderá mudar se houver surpresas no cenário eleitoral.”

Germano Lüders

ITAÚ

André Raduan, gestor responsável pelos fundos de renda fixa do banco

Prêmio: Melhor gestor de fundos de renda fixa 

Os melhores gestores de fundos de renda fixa: 1o Itaú / 2o Banco do Brasil / 3o Santander


ALTO RISCO, BAIXO RETORNO

“A vida do investidor está mais complicada. Temos riscos no horizonte e rendimentos mais baixos do que no passado. As empresas e os bancos que estão emitindo títulos para se financiar estão oferecendo rendimentos baixos porque existe muita demanda por esses papéis. Diante disso, preferimos deixar mais recursos em caixa e esperar o cenário clarear. Atualmente, vemos algumas oportunidades em alguns fundos de direitos creditórios e em Certificados de Recebíveis Agrícolas e Imobiliários.”

Leandro Fonseca

VOTORANTIM

Marcos De Callis, estrategista-chefe do banco

Prêmio: Melhor gestor especialista de fundos de renda fixa(1)

Os melhores gestores especialistas de fundos de renda fixa: 1o Votorantim / 2o Sparta / 3o Brasil Plural


APOSTA NAS EMPRESAS

“Aumentamos nossa carteira de títulos de empresas para tentar conseguir retornos mais elevados na renda fixa. Hoje, essa carteira representa 12%, em média, do patrimônio dos fundos DI — há três anos, o percentual estava em 5%. Para encontrar os melhores ativos, analisamos todas as emissões. Compramos, principalmente, papéis de empresas de energia elétrica, concessões rodoviárias e ligadas ao consumo doméstico, porque elas são beneficiadas por um ambiente de maior crescimento da economia. A rentabilidade é interessante, e o risco é relativamente baixo. Nossa perspectiva para o ano que vem é otimista. Projetamos um crescimento do PIB de 3%, inflação de 4% — abaixo da meta, portanto — e juros de 6,5%.”

Germano Lüders

SANTANDER

Eduardo Castro, superintendente executivo de investimentos da gestora do banco

Prêmio: Melhor gestor de fundos DI e de curto prazo

Os melhores gestores de fundos DI e de curto prazo: 1o Santander / 2o Bradesco / 3o Caixa Econômica Federal


FALTAM OPÇÕES MAIS RENTÁVEIS

“Nossa expectativa é que a melhora da economia traga mais opções de investimento atreladas ao CDI, com rendimentos melhores do que os atuais. Se os bancos voltarem a emprestar, deverão emitir mais títulos para se financiar, aumentando a oferta, que hoje continua escassa. Queremos poder ser mais seletivos para aumentar a rentabilidade sem correr riscos desnecessários. Hoje, estamos investindo em papéis de empresas, especialmente dos setores de energia elétrica e infraestrutura, que continuam captando recursos para investir.”

Germano Lüders

BNP PARIBAS

Gilberto Kfouri, responsável por fundos de renda fixa e multimercado da gestora do banco

Prêmio Melhor gestor especialista de fundos DI e de curto prazo(1)

Os melhores gestores especialistas de fundos DI e de curto prazo: 1o BNP Paribas / 2o BTG Pactual / 3o Porto Seguro

(1) Gestores especialistas são aqueles cujo patrimônio representa até 0,5% do total de recursos aplicados nos fundos analisados neste ano

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