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Negócio de R$ 90 milhões: as estratégias da Bebida da Porta para lidar com picos de demanda

A startup de delivery Bebida na Porta movimenta 90 milhões de reais com uma aposta em dark stores e tecnologia para evitar atraso na entrega

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Jessica Gordon, da Bebida na Porta: dark stores a cada 3 quilômetros para acelerar entregas (Divulgação/Divulgação)

Jessica Gordon, da Bebida na Porta: dark stores a cada 3 quilômetros para acelerar entregas (Divulgação/Divulgação)

Uma premissa de empreendedores acostumados a dar conta de aumentos repentinos na demanda é a de manter uma logística azeitada — e, de preferência, o mais próxima possível de onde o cliente está. Essa é a estratégia adotada por Jessica Gordon, fundadora da Bebida na Porta, uma startup de São Paulo aberta em 2019 para resolver um problema capaz de estragar festas, jogos ou reu­niões de família: a falta de bebida.

A empresa de Gordon atua de ponta a ponta: ela mesma compra 200 tipos de bebidas, alcoólicas ou não, estoca os produtos, revende ao consumidor final por meio de um aplicativo descoladinho (e também de uma presença nos aplicativos de gigantes do delivery, como iFood e Rappi) e faz a entrega. Por mês, são mais de 100.000 pedidos. Em 2022, o negócio movimentou 90 milhões de reais, com expectativa de dobrar neste ano.

Boa parte do apelo comercial é a rapidez no delivery: a exemplo de concorrentes mais generalistas, como a varejista Daki, a promessa da Bebida na Porta é entregar em até 15 minutos em regiões centrais de São Paulo. Para ganhar velocidade, a empresa abriu dark stores próprias e fechou parcerias com terceiros — alguns dos espaços tiveram custos compartilhados com iFood e Rappi. Em média, há um pequeno centro de distribuição da empresa a cada 3 quilômetros da capital paulista.

Em outra frente, alguns milhões de reais foram investidos na integração de sistemas operacionais (CRM, ERP) com os dedicados à operação logística em si. “Uma coisa que mudou muito o jogo para a gente foi colocar energia em sistema, automação e integração”, diz Gordon. “Como operamos de dez a 15 marcas em dez plataformas diferentes, não poderíamos criar complexidade porque geraria custo para as lojas.”

A operação desenhada por Gordon ganhou uma complexidade extra nos últimos meses, quando a Bebida na Porta passou a fazer a logística de lojas virtuais de bebidas, como as de vinhos Evino e Grand Cru, e o Zé Delivery, da Ambev. Hoje, 20% da receita vem daí. A prestação de serviços a terceiros também colaborou para a Bebida na Porta ampliar a inteligência sobre hábitos de consumo, algo essencial na hora de comprar estoque na quantidade certa para não faltar no meio da festa.

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