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Target aposta em cashback para caminhoneiros e atrai milhões de motoristas

A fintech carioca permite que caminhoneiros autônomos paguem as contas em postos de combustível e lojas de conveniência cadastradas e recuperem parte do dinheiro de volta

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Caminhões estacionados: a Target movimentou 2 bi de reais em 2020 (Abstract Aerial Art/Getty Images)

Caminhões estacionados: a Target movimentou 2 bi de reais em 2020 (Abstract Aerial Art/Getty Images)

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Carolina Ingizza

Publicado em 15 de abril de 2021 às, 05h37.

Conhecida como a fintech dos caminhoneiros, a carioca Target Meio de Pagamentos aposta em um programa de cashback para atrair e fidelizar mais clientes. Com seu novo aplicativo de pagamentos TMPay, a empresa permite que caminhoneiros autônomos paguem as contas em postos de combustível e lojas de conveniência cadastradas e recuperem parte do dinheiro de volta. Segundo William Rego, presidente da companhia, o diferencial é permitir que o saldo do cashback seja usado para pagamentos via débito ou seja sacado em caixas 24 horas.

Para os caminhoneiros autônomos, o cashback é uma forma de conseguir preços mais competitivos para os combustíveis, enquanto para os postos é uma maneira de atrair mais movimento. Já para as transportadoras clientes da Target, o aplicativo é uma forma digital de controlar as ordens de abastecimento e acompanhar os gastos de motoristas. Hoje, são 30 postos credenciados, e a meta é chegar a 500 até dezembro.

Fundada em 2014, a Target tem 50.000 caminhoneiros e 1.300 transportadoras usando os serviços. O novo produto deve triplicar a base de clientes. No ano passado, a companhia movimentou 2 bilhões de reais e projeta dobrar esse valor em 2021. Além do aplicativo de pagamentos, ela oferece conta digital, cartão de débito e serviços que reúnem comprovantes de pagamento aos caminhoneiros. Desde fevereiro, trabalha também com linhas de crédito pessoal e antecipação de recebíveis. Ainda em 2021, o plano da companhia é lançar seguro veicular, seguro de vida e assistência odontológica.

Hoje, companhias como a R4 (do grupo Randon com a startup 4all), a Nimbi (empresa de software de gestão de cadeia de suprimentos) e até mesmo o Banco de Brasília — que investiu 10 milhões de reais em um marketplace financeiro — disputam o mercado. Não à toa, a oportunidade é grande: segundo a Agência Nacional de Transportes Terrestres, são mais de 2 milhões de caminhoneiros no Brasil, 700.000 deles por conta própria.


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