Negócios

Tribunal dos EUA aceita pedido de tutela provisória da Oi

A operadora de telecomunicações Oi informou que um tribunal nos EUA deferiu pedido de tutela provisória


	Logo da Oi: "essa tutela provisória será mantida até que os devedores obtenham reconhecimento integral da corte americana de seus pedidos conforme o Capítulo 15", disse a Oi
 (REUTERS/ Nacho Doce)

Logo da Oi: "essa tutela provisória será mantida até que os devedores obtenham reconhecimento integral da corte americana de seus pedidos conforme o Capítulo 15", disse a Oi (REUTERS/ Nacho Doce)

DR

Da Redação

Publicado em 23 de junho de 2016 às 13h25.

Priorizar nos meus resultados Google

Rio de Janeiro - A operadora de telecomunicações Oi informou nesta quarta-feira que um tribunal nos EUA deferiu pedido de tutela provisória, que impede que credores iniciem ações e rescidam contratos com a operadora e suas subsidiárias que pediram recuperação judicial.

"Essa tutela provisória será mantida até que os devedores obtenham reconhecimento integral da corte americana de seus pedidos conforme o Capítulo 15", disse a Oi, em comunicado referindo-se ao trecho do código de falências norte-americano que menciona casos internacionais. Com este reconhecimento, os devedores e seus bens serão protegidos nos EUA.

Além da Oi, a tutela provisória também abrange as subsidiárias Telemar Norte Leste, Oi Brasil Holdings Coöperatief e Oi Móvel. Com uma dívida de 65,4 bilhões de reais, a Oi e seis subsidiária pediram recuperação judicial na segunda-feira na justiça brasileira.

A audiência do Tribunal Federal de Falências no Distrito Sul de Nova York para avaliar os pedidos dos devedores está marcada para 21 de julho.

Acompanhe tudo sobre:EmpresasEmpresas abertasEmpresas brasileirasServiçosPaíses ricosEstados Unidos (EUA)3GTelecomunicaçõesOperadoras de celularBrasil TelecomOiTelemarEmpresas portuguesasRecuperações judiciais

Mais de Negócios

Cinema de luxo fechado há 70 anos em São Paulo será reaberto com aporte de R$ 25 milhões

Ele fundou uma clínica para tratar a calvície da família e agora fatura R$ 18 milhões

Aos 92 anos, Cultura Inglesa investe R$ 90 milhões para abrir colégios e transformar o negócio

O negócio de R$ 25 milhões que cresceu resolvendo um problema invisível das grandes empresas