Negócios

Primeiro Jeep produzido em Pernambuco chega ao mercado

Modelo Renegade, produzido na fábrica da montadora em Goiana (PE), deixou a planta nesta quinta-feira


	Jeep Renegade: modelo só havia sido produzido no país para testes, até agora
 (Divulgação)

Jeep Renegade: modelo só havia sido produzido no país para testes, até agora (Divulgação)

Luísa Melo

Luísa Melo

Publicado em 20 de fevereiro de 2015 às 08h55.

Priorizar nos meus resultados Google

São Paulo - O primeiro Jeep produzido na nova fábrica da montadora em Goiana (PE), saiu da planta para o mercado nesta quinta-feira. O modelo foi anunciado pela Fiat Chrysler Automobiles (FCA) durante o Salão do Automóvel de São Paulo, em outubro do ano passado.

"É um passo fundamental para multiplicar as vendas da marca no Brasil, contribuindo para torná-la uma força global", disse em nota Stefan Ketter, vice-presidente mundial da manufatura da FCA/Projeto Pernambuco.

De outubro de 2014 para cá foram fabricados 250 modelos pré-série do Jeep Renegade para testes, mas eles não chegaram a ser comercializados. Nos testes, foram verificadas a geometria da carroceria e os padrões de pintura e solda dos carros, por exemplo.

O Jeep Renegade é um SUV compacto. Ele será produzido em três versões de acabamento, duas de motor e três tipos de tração. As versões serão Sport, Longitude e Trailhawk.

A fábrica da marca em Pernambuco tem capacidade para entregar até 250.000 veículos por ano, que serão direcionados à América Latina. Atualmente, 3.000 pessoas trabalham na planta, entre funcionários da própria Jeep e de outras 16 empresas fornecedoras.

Acompanhe tudo sobre:EmpresasCarrosAutoindústriaVeículosMontadorasFiatEmpresas italianasJeepPernambuco

Mais de Negócios

A marca de sorvetes que vende 13 milhões de picolés por ano e quer superar R$ 80 milhões com a Cimed

Rede que mira R$ 246 milhões leva fliperamas ao cinema e testa novo negócio em São Paulo

Cimed investe R$ 80 milhões para levar cosméticos coreanos às farmácias brasileiras

Ele superou dívida milionária e lidera a maior escola de oratória do Brasil, que mira R$ 220 milhões