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Eike Batista tinha prisão decretada desde 13 de janeiro

Eike é um dos alvos da Operação Eficiência, que apura a ocultação de mais de US$ 100 milhões no exterior pelo ex-governador Sérgio Cabral

Eike Batista: como não foi encontrado no endereço informado à Justiça, ele pode ser considerado foragido (Dado Galdieri/Bloomberg)

Eike Batista: como não foi encontrado no endereço informado à Justiça, ele pode ser considerado foragido (Dado Galdieri/Bloomberg)

EC

Estadão Conteúdo

Publicado em 26 de janeiro de 2017 às 10h42.

Última atualização em 26 de janeiro de 2017 às 11h21.

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Rio - A ordem de prisão contra o empresário Eike Batista já tinha sido decretada no dia 13 de janeiro pelo juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal do Rio de Janeiro.

Eike é um dos alvos da Operação Eficiência, que apura a ocultação de mais de US$ 100 milhões no exterior pelo ex-governador Sérgio Cabral (PMDB), detido no Complexo Penitenciário de Gericinó, em Bangu, zona oeste da capital fluminense.

O advogado de Eike, Fernando Martins, acompanha as buscas da Polícia federal na casa do empresário, que começaram no início da manhã desta quinta-feira, 26, no Rio.

De acordo com ele, o ex-bilionário está em viagem ao exterior, mas vai se entregar à polícia. O advogado, no entanto, não precisou o paradeiro de Eike nem a data em que ele se apresentaria à justiça.

Uma fonte ligada ao empresário disse que Eike deixou o País há dois dias. Como não foi encontrado no endereço informado à justiça, ele pode ser considerado foragido.

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