Mundo

Sobe para 47 número de mortes causadas por tufão nas Filipinas

O último boletim divulgado pelo centro de redução de desastres indica que o Phanfone já está fora do arquipélago, mas deixou 120 feridos e 9 desaparecidos

Filipinas: no total, o Phanfone afetou 1,7 milhão de pessoas, das quais mais de 106 mil estão em abrigos temporários (VERMALYN MALOLOY-ON NAVARRETE/Reuters)

Filipinas: no total, o Phanfone afetou 1,7 milhão de pessoas, das quais mais de 106 mil estão em abrigos temporários (VERMALYN MALOLOY-ON NAVARRETE/Reuters)

E

EFE

Publicado em 29 de dezembro de 2019 às 11h23.

Manila - As autoridades das Filipinas aumentaram neste domingo para 47 o número de mortes causadas pelo tufão Phanfone, que gerou estragos na região central do arquipélago, principalmente entre terça-feira e sexta-feira da semana passada.

O último boletim divulgado pelo Centro Nacional de Redução de Desastres (NDRRMC, na sigla em inglês) indica que o tufão já está fora do arquipélago, mas que também deixou 120 feridos e nove desaparecidos.

A maioria das mortes ocorreram nas ilhas de Panay e Samar, na região de Visayas. O tufão ainda provocou fortes chuvas e inundações ao longo da trajetória até o noroeste do arquipélago.

Phanfone, chamado de Ursula nas Filipinas, destruiu embarcações e casas, além de ter provocado inundações. No total, afetou 1,7 milhão de pessoas, das quais mais de 106 mil estão em abrigos temporários.

Os danos já chegam a mais de 1,074 bilhão de pesos (R$ 84 milhões), com mais de 304 mil casas, 372 escolas e 32 centros de saúde afetados, além de 54 estradas e quatro pontes.

Todos os anos, as Filipinas são atingidas por cerca de 15 a 20 tufões durante a temporada de chuvas, que começa por volta de maio e junho e costuma terminar entre novembro e dezembro.

Acompanhe tudo sobre:Desastres naturaisFilipinasMortes

Mais de Mundo

'Tome chá de camomila', diz Maduro após Lula se preocupar com eleições na Venezuela

Maduro deve aceitar resultado das eleições se perder, diz ex-presidente argentino

Macron só vai nomear primeiro-ministro após Jogos Olímpicos

Religiosos de vilarejo indiano onde avô de Kamala Harris viveu rezam por vitória da democrata

Mais na Exame