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Portugal aprova intervenção na TAP para evitar greve

O ministro da Economia justificou ação pelo grande número de emigrantes portugueses que dependem da TAP para retornar a seu país para o Natal


	TAP: intervenção é justificada pelo número de emigrantes portugueses que dependem da TAP para retornar a seu país para o Natal, assim como pelos prejuízos para o setor turístico
 (Bloomberg via Getty Images)

TAP: intervenção é justificada pelo número de emigrantes portugueses que dependem da TAP para retornar a seu país para o Natal, assim como pelos prejuízos para o setor turístico (Bloomberg via Getty Images)

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Da Redação

Publicado em 18 de dezembro de 2014 às 12h18.

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Lisboa - O governo luso aprovou nesta quinta-feira, em conselho de ministros, a 'intervenção civil' da companhia aérea TAP, uma medida extraordinária que não era aplicada desde 2005 e com a qual os líderes pretendem impedir uma greve convocada para o final do ano.

O ministro da Economia, Antonio Pires de Lima, justificou esta postura pelo elevado número de emigrantes portugueses que dependem da TAP para retornar a seu país para o Natal, assim como pelos prejuízos para o setor turístico.

Em termos práticos, o recurso à 'intervenção civil' fará com que 70% dos empregados do grupo sejam obrigados a se apresentar em seu posto de trabalho, sob castigo penal se decidem não houver comparecimento, de acordo com a informação facilitada pelo Executivo.

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