Mundo

França denuncia uso pela Síria de bombas de fragmentação

Damasco nega a acusação


	O ministro das Relações Exteriores, Laurent Fabius: a França concede há alguns meses ajuda financeira e humanitária a regiões que expulsaram membros do regime
 (John Thys/AFP)

O ministro das Relações Exteriores, Laurent Fabius: a França concede há alguns meses ajuda financeira e humanitária a regiões que expulsaram membros do regime (John Thys/AFP)

DR

Da Redação

Publicado em 17 de outubro de 2012 às 09h59.

Priorizar nos meus resultados Google

Paris - O ministro francês das Relações Exteriores, Laurent Fabius, denunciou nesta quarta-feira, como já haviam feito várias organizações não governamentais, o uso pelo regime sírio de bombas de fragmentação, uma acusação que Damasco nega.

"Nos últimos meses, o regime deu um novo passo na violência ao recorrer a (caças) Mig para o lançamento de barris de TNT e, mais recentemente, e o que é ainda mais terrível, de bombas de fragmentação", declarou Fabius em um encontro em Paris com representantes de comitês locais civiles que administram as zonas liberadas do norte do país.

Representantes de 20 países e ONGs participam no encontro no Quai d'Orsay, sede da chancelaria francesa, que pretende estudar o conjunto das modalidades de apoio à população síria.

A França concede há alguns meses ajuda financeira e humanitária a estas regiões, que expulsaram os representantes do regime de Bashar al-Assad.

A ONG Human Rights Watch (HRW) já havia denunciado no domingo passado o uso de bombas de fragmentação pelas forças sírias em Maaret al-Nooman, onde o exército tenta cortar o acesso dos rebeldes à estrada que vai até Aleppo (norte).

Acompanhe tudo sobre:Países ricosEuropaFrançaGuerrasSíria

Mais de Mundo

Irã propõe plano de 7 dias para acabar com a guerra com os EUA e reabrir Ormuz

Diesel caro vira problema político para Trump antes das eleições americanas

Nove meses sem Maduro: economia avança na Venezuela, mas eleições seguem sem calendário

China soma 270 milhões de pessoas com ensino superior, número maior que a população do Brasil