Depois do salmão, China detecta coronavírus em camarão do Equador

Apesar disso, "a presença do vírus nas embalagens não significa, necessariamente, que o alimento seja contagioso"

Depois de o salmão ser o principal suspeito de um novo surto de covid-19 em Pequim, na China, outro fruto do mar entrou para a lista de culpados. Dessa vez, foi o camarão. Segundo o governo chinês, foram encontradas partículas do novo coronavírus em embalagens do alimento vindos do Equador.

De acordo com a agência de notícias AFP, amostras coletadas no interior das embalagens e nos camarões foram negativas, o que indica que o SARS-CoV-2 estava somente no pacote do produto, mas isso acende uma preocupação sobre a importação de alimentos congelados de outros países na China.

Apesar disso, "a presença do vírus nas embalagens de camarão não significa, necessariamente, que esse alimento seja contagioso", informou o porta-voz da Alfândega, Bi Kexin, à AFP.

Por conta das possíveis contaminações via pacotes e produtos, Pequim já bloqueou as importações de vários produtores estrangeiros, como a avícola americana Tyson Foods e os matadouros alemães Tönnies.

Embora não esteja claro se o vírus pode realmente ser transmitido por meio de alimentos após serem descongelados, o rápido veto ao salmão reflete os crescentes temores da China sobre o ressurgimento de casos na capital, o centro cultural e político do país com 20 milhões de habitantes. Cerca de 20 conjuntos habitacionais foram fechados, assim como algumas escolas, enquanto autoridades se apressam para rastrear pessoas que visitaram ou tiveram contato com o mercado de Xinfadi.

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