Mundo

Confrontos em província iraquiana deixam 45 mortos

Pelo menos 45 pessoas morreram e outras 48 ficaram feridas em um bombardeio aéreo e em confrontos armados na província de Saladino


	Combatentes do Estado Islâmico: governo segue com operações contra o grupo
 (Reuters)

Combatentes do Estado Islâmico: governo segue com operações contra o grupo (Reuters)

DR

Da Redação

Publicado em 2 de setembro de 2014 às 14h48.

Priorizar nos meus resultados Google

Bagdá - Pelo menos 45 pessoas morreram e outras 48 ficaram feridas nesta terça-feira em um bombardeio aéreo e em confrontos armados na província de Saladino, no norte do Iraque, enquanto as forças de segurança do país prosseguem suas operações contra o grupo radical Estado Islâmico (EI).

Uma fonte do Exército informou à Agência Efe que o bombardeio, que matou 32 pessoas e feriu outras 14 atingiu uma escola habitada por três famílias que haviam deixado suas casas na região de Alalam, a 10 quilômetros a leste de Tikrit, capital da província de Saladino.

A fonte acrescentou que essas famílias se refugiaram em Alalam após fugirem de Al-Awja, local onde o ex-ditador Saddam Hussein nasceu e que fica a 10 quilômetros ao sul de Tikrit.

A fuga aconteceu depois que a cidade foi tomada pelas Forças de Segurança iraquianas com apoio de milícias xiitas, há mais de um mês.

Além disso, nove membros das Brigadas da Paz (milícias da corrente liderada pelo clérigo radical xiita Moqtada al-Sadr) morreram e outros 34 ficaram feridos em enfrentamentos com jihadistas entre as cidades de Al-Awja e Samarra.

As Forças de Segurança conseguiram matar quatro jihadistas, um deles um líder religioso de nacionalidade saudita chamado Abu Tamam, que exercia o papel de mufti no sul de Samarra.

Acompanhe tudo sobre:[]

Mais de Mundo

Agência Internacional de Energia descarta normalização do mercado de petróleo em 2027

Novo acordo de combustíveis entre Trump e Putin pode prejudicar a Ucrânia

Davi e Golias: guerra no Irã pode acelerar recuo dos EUA e redesenhar o Oriente Médio

Aprovação de Trump atinge menor ponto histórico e chega a 31%, diz nova pesquisa