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China manda G20 ficar longe do iuane

Governo chinês pediu para que o resto do mundo não se intrometa na sua forma de administrar sua moeda

Pequim enfrenta pressão, especialmente de Washington, para deixar o iuane se valoriza.  (.)

Pequim enfrenta pressão, especialmente de Washington, para deixar o iuane se valoriza. (.)

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Da Redação

Publicado em 18 de junho de 2010 às 08h35.

Pequim - A China disse para o resto do mundo não se intrometer na sua forma de administrar o iuane, classificando a taxa de câmbio como um assunto a ser decidido somente pelo país.

Pequim enfrenta pressão, especialmente de Washington, para deixar o iuane se valorizar e, assim, ajudar a reduzir o grande déficit comercial dos Estados Unidos com a China. Os mercados financeiros esperam que a questão seja abordada na cúpula do G20 no Canadá em 26 e 27 de junho.

Mas autoridades chinesas afastaram essa ideia. "O iuane é a moeda da China, então eu não acho que é uma questão que deveria ser discutida internacionalmente", disse Cui Tiankai, vice-ministro das Relações Exteriores chinês que é o representante do país na preparação para a cúpula.

Zhang Tao, chefe do departamento internacional do banco central da China, disse que, até onde ele sabe, o iuane nunca foi discutido em cúpulas anteriores do G20.

"O governo chinês decidirá sobre sua política cambial de acordo com a situação econômica doméstica e global", disse Zhang.

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