Mundo

Calor derrete asfalto e impede que avião decole na China

Altas temperaturas, acima dos 40 graus, impediram que avião decolasse, depois que rodas afundaram no asfalto da pista do aeroporto

Avião da Air China: rodas do avião "afundaram" na pista quando se preparava para decolar, o que desestabilizou o aparelho (foto/Wikimedia Commons)

Avião da Air China: rodas do avião "afundaram" na pista quando se preparava para decolar, o que desestabilizou o aparelho (foto/Wikimedia Commons)

DR

Da Redação

Publicado em 9 de agosto de 2013 às 09h40.

Pequim - As altas temperaturas registradas no sudeste da China, acima inclusive dos 40 graus, impediram nesta sexta-feira que um avião decolasse, depois que suas rodas afundaram no asfalto de uma pista do aeroporto, deteriorada pelo calor.

As 74 pessoas que viajavam no avião da companhia estatal Air China saíram ilesas após o incidente, que aconteceu no aeroporto de Yiwu, na província oriental de Zhejiang, uma das mais afetadas pela onda de calor na China, publica o jornal local "Qianjiang Evening Post".

As rodas do avião "afundaram" na pista quando se preparava para decolar, o que desestabilizou o aparelho, segundo a mesma fonte.

O mal estado do asfalto foi atribuído às temperaturas recordes que foram registradas na China desde o começo deste mês, acima dos 40 graus.

O aeroporto foi imediatamente fechado depois do acidente e os passageiros puderam desembarcar sem problemas.

Zhejiang está há 37 dias seguidos com temperaturas acima dos 35 graus centígrados, e em uma de suas localidades, Fenghua, os termômetros chegaram a atingr 43,5 graus, um número nada habitual na China, segundo a agência estatal "Xinhua".

Acompanhe tudo sobre:Air ChinaÁsiaAviõesCalorChinacompanhias-aereasEmpresasEmpresas chinesasTransportesVeículos

Mais de Mundo

Novas pesquisas preveem vitória trabalhista histórica nas eleições britânicas

Líder do Hezbollah diz que 'nenhum lugar' de Israel estará a salvo em caso de guerra

Governo Milei nega 'pacto de impunidade' com Bolsonaro por foragidos do 8 de janeiro

União Europeia repreende sete países por desrespeito às regras financeiras do bloco

Mais na Exame