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Preço do aluguel em São Paulo bate recorde e supera nível pré-pandemia

Valor do índice QuintoAndar registrado em abril é o maior de toda a série histórica do indicador, iniciada em 2019

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Busca por studios e imóveis de 1 dormitório é resultado da retomada da economia e volta ao trabalho presencial (Germano Lûders/Exame)

Busca por studios e imóveis de 1 dormitório é resultado da retomada da economia e volta ao trabalho presencial (Germano Lûders/Exame)

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Redação

Publicado em 13 de maio de 2022 às, 06h00.

Última atualização em 31 de maio de 2022 às, 12h07.

A cidade de São Paulo registrou em abril o maior valor do preço do metro quadrado do aluguel de toda a série histórica do Índice QuintoAndar de Aluguel, iniciada em 2019. Segundo o indicador, o preço em abril atingiu R$ 39,51 por metro quadrado.

A alta de 1,28% em comparação com março fez com que mais da metade dos bairros da cidade superasse a média do preço negociado antes da pandemia de Covid-19. Até então, o maior preço negociado na capital havia sido registrado em março de 2020, quando atingiu R$ 39,15.

Esse também foi o décimo mês consecutivo de alta, reforçando o cenário de aquecimento do mercado imobiliário na capital. Em 12 meses, o valor médio do metro quadrado subiu 9,87%.

Entre os principais fatores para o recorde registrado estão a temporada de procura de aluguéis e a busca por studios e imóveis de um dormitório, resultado da retomada da atividade econômica e da volta ao trabalho presencial. A alta no preço dos apartamentos de dois e três dormitórios também incentivou o movimento.

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O cenário permite indicar um aquecimento do cenário, ainda que não esteja espalhado por toda a cidade, destaca Thiago Reis, gerente de Dados do QuintoAndar.

Onde o aluguel mais subiu

O aluguel por metro quadrado em 41 dos 61 bairros monitorados pelo Índice neste ano já é superior ao registrado no início de 2020, o equivalente a 67% das localidades da capital paulista.

Os bairros estão espalhados por todas as regiões, indicando que ainda não há um efeito homogêneo na cidade.

Zonas quentes de negociação da cidade, como Pinheiros e Vila Olímpia, por exemplo, ainda estão distantes da recuperação. Por outro lado, regiões como Tatuapé e Mooca já apresentam uma retomada do preço médio do metro quadrado.

“O valor do aluguel foi afetado em quase todos os bairros durante os meses iniciais da pandemia, em 2020. O tamanho do impacto e o tempo de recuperação, porém, são bastante distintos. Bairros com maior quantidade de apartamentos de um quarto, como Vila Clementino e Liberdade, só conseguiram recuperar os preços com a retomada da procura por esses tipos de imóvel nos últimos meses, com o arrefecimento da crise sanitária”, afirma Reis.

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