BIS: marca transformou queda de Jacy em ação de marketing no Couto Pereira (Divulgação)
Repórter de Marketing
Publicado em 24 de agosto de 2026 às 12h01.
BIS viu em um lance que viralizou nas redes sociais uma oportunidade de marketing. Dias depois de o zagueiro Jacy, do Coritiba, cair em um vão do estádio Couto Pereira durante a comemoração de um gol, a marca instalou uma placa no local com os dizeres “Cuidado: aBISmo”.
A ação aconteceu no domingo, 23, durante a partida entre Coritiba e Corinthians, a primeira realizada no estádio após o episódio. O espaço utilizado pela marca é o mesmo que apareceu nas imagens da comemoração que viralizou.
“Quando vimos essa situação viralizar, o estalo foi imediato: em vez de só assistir, dava para transformar aquela situação inesperada em uma brincadeira ousada e bem-humorada”, conta Anna Musso, gerente sênior de marketing de BIS na Mondelēz Brasil.
O episódio aconteceu em 8 de agosto, durante o jogo entre Coritiba e Chapecoense. Depois de marcar um gol de cabeça, Jacy correu em direção à torcida para comemorar e pulou uma placa de publicidade. O jogador, no entanto, acabou caindo no túnel de acesso ao vestiário visitante.
Jacy conseguiu retornar ao campo, mas precisou ser substituído no início do segundo tempo. O gol, posteriormente, foi anulado pelo VAR por impedimento.
A queda ganhou repercussão nas redes sociais e ainda trouxe de volta uma situação semelhante ocorrida no próprio Couto Pereira. Em 2014, o ex-jogador Joel também caiu no túnel ao comemorar um gol pelo Coritiba.
Foi a partir da repercussão do episódio que BIS decidiu ocupar o espaço publicitário em frente ao vão e transformá-lo em um “aBISmo”, em um trocadilho com o nome da marca. A iniciativa foi criada pela agência DAVID.
A ação no Couto Pereira faz parte de um movimento recente da marca de buscar momentos de engajamento do público para inserir BIS na conversa. Um exemplo é a parceria com UNO Stacko, anunciada há poucos dias.
A collab transforma o chocolate em peça de uma versão física do jogo. A ideia é criar uma dinâmica em que os próprios chocolates são empilhados e retirados pelos participantes.
“A gente não costuma deixar uma oportunidade passar em branco. Se tem conversa rolando, BIS tem que estar no meio”, reforça Musso.