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Fornecedora de medicamentos Elfa vai listar ações na B3

Operação será coordenada por Citi, Santander, Itaú BBA, BTG Pactual, XP e Morgan Stanley

Elfa: criada em 1989, a companhia entrou nos últimos seis anos num ritmo de crescimento via aquisições (Russell Cheyne/Reuters)

Elfa: criada em 1989, a companhia entrou nos últimos seis anos num ritmo de crescimento via aquisições (Russell Cheyne/Reuters)

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Reuters

Publicado em 14 de agosto de 2020 às 18h57.

Última atualização em 15 de agosto de 2020 às 15h33.

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A fornecedora de medicamentos genéricos Elfa pediu registro para uma oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês), com a empresa sediada em Brasília planejando buscar recursos para manter o ritmo de aquisições.

A operação, que será coordenada por Citi, Santander, Itaú BBA, BTG Pactual, XP e Morgan Stanley, também envolve a venda de ações detidas pelo Pátria, controlador da companhia.

 

A companhia afirma distribuir medicamentos, produtos médicos e hospitalares de alta complexidade oriundos de mais de 400 fabricantes.

Criada em 1989, a companhia entrou nos últimos 6 anos num ritmo de crescimento via aquisições. Foram sete ao todo. “Nossa estratégia de expansão incluiu e continuará a incluir a aquisição de outros participantes do mercado”, afirmou a companhia no prospecto preliminar da oferta.

No primeiro semestre, a Elfa teve receita líquida de 1 bilhão de reais, alta de 25,8% em relação à mesma etapa de 2019. Nos mesmos períodos de comparação, o Ebitda subiu 150%, para 41 milhões de reais.

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