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Com Dilma ou Aécio, Brasil continua atrativo para os gringos

De acordo com o economista Ricardo Sennes, os investidores continuarão investindo no país, indiferentemente de quem ganhar as eleições

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	Para o economista, o crescimento do Brasil estará longe de ser espetacular com os dois candidatos
 (Paulo Whitaker/Reuters)

Para o economista, o crescimento do Brasil estará longe de ser espetacular com os dois candidatos (Paulo Whitaker/Reuters)

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Karla Mamona

Publicado em 20 de outubro de 2014 às, 16h14.

São Paulo - A guerra eleitoral tem agitado o mercado nos últimos meses. Boa parte dos analistas entrevistados por Exame.com nas últimas semanas ressalta que os investidores se mostram receosos com o futuro dos valores dos ativos, em meio a uma possível reeleição de Dilma Rousseff

No entanto, esta parece ser uma leitura limitada ao investidor local, segundo o economista e cientista político, Ricardo Sennes.

Para ele, os estrangeiros continuarão investindo no país, indiferentemente de quem ganhar as eleições. “O país não está entre os 10 melhores para se investir, mas ainda continua entre no top 20”, diz Sennes.

O economista lembra que o Brasil ainda é o mais atrativo na relação risco e rentabilidade, além de ter um tamanho de mercado superior aos outros países emergentes.

Um dos exemplos citados por Sennes é a Turquia, que tem programa pró-mercado, mas acaba assustando o investidor devido a questões políticas.

“Neste caso, não são questões como a inflação que preocupam, mas possibilidade de uma guerra. O Brasil concorre com países muito instáveis politicamente. O estrangeiro não tem alternativa e, com isso, o Brasil sempre está em vantagem nesse jogo”, explica.

Além disso, para Sennes, acreditar que o cenário mudará radicalmente com a eleição de Aécio Neves é ser muito otimista.“Não será uma mudança da água para vinho. Os dois cenários (Dilma ou Aécio) não são 100% favoráveis ao nosso país, são de medianos para bom”, diz Sennes.

Para o economista, tanto no cenário Dilma, quanto no cenário Aécio, o crescimento do Brasil estará longe de ser espetacular, ficando em torno de 2% nos próximos anos.

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