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Sem pagar nada: 6 IAs que fazem o trabalho do ChatGPT e podem turbinar a sua produtividade (Imagem gerada por IA)
Jornalista
Publicado em 21 de outubro de 2026 às 17h28.
Em levantamento feito em 2025 pela PwC com quase 50 mil profissionais de 48 países, 71% dos brasileiros disseram ter usado ao menos uma ferramenta de inteligência artificial no último ano, contra 54% da média global. O ChatGPT costuma ser a porta de entrada, mas está longe de ser a única opção.
Há assistentes gratuitos com recursos parecidos, úteis quando a plataforma da OpenAI fica instável ou quando a tarefa pede algo específico, como pesquisa com fontes ou textos em português. Veja seis deles e o que cada um faz melhor.
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O Perplexity funciona como um buscador que responde em texto corrido. Cada resposta traz as fontes consultadas, e o usuário pode limitar a busca a artigos científicos, vídeos ou páginas da web. É útil, por exemplo, para levantar dados de mercado antes de uma reunião.
O Claude, da Anthropic, é voltado ao uso profissional e cria relatórios, analisa códigos e trabalha com arquivos. Na prática, pode resumir um documento longo ou reorganizar o rascunho de uma apresentação. A versão gratuita tem limites de uso.
O Gemini, do Google, aceita comandos por texto, áudio e vídeo. O recurso Gemini Live permite conversar por voz em tempo real, o que ajuda em perguntas rápidas feitas pelo celular Android ou pelo navegador.
O Copilot, da Microsoft, funciona no navegador, em aplicativo e no Windows. Desde abril de 2026, a versão gratuita deixou de operar dentro de Word, Excel e PowerPoint, recursos que passaram a depender de licença paga. O chat gratuito segue disponível.
O Meta AI está integrado ao Instagram, ao Facebook e ao WhatsApp, além de ter versão web. Responde a comandos de texto e gera imagens, o que o torna prático para quem já usa esses aplicativos no trabalho.
A Maritaca AI é uma plataforma brasileira com foco em conteúdo em português. Seu modelo mais recente, o Sabiá-4 Thinking, mostra o raciocínio passo a passo e cita as fontes usadas. Os testes comparativos com modelos estrangeiros foram feitos pela própria empresa.
Os planos gratuitos têm limites de uso, e as regras mudam com frequência, como no caso do Copilot. Vale testar o mesmo comando em duas ferramentas e comparar o resultado antes de escolher uma.
Também é preciso cuidado com dados sensíveis. Contratos, números internos e informações de clientes só devem ser inseridos depois da leitura da política de privacidade de cada serviço. As respostas também precisam ser conferidas, porque os modelos de linguagem, sistemas treinados com grandes volumes de texto, podem errar.
A adoção ampla ainda não significa uso constante. Na mesma pesquisa da PwC, apenas 26% dos profissionais brasileiros usam ferramentas de IA todos os dias, contra 14% no mundo. Os números indicam que a experimentação já é comum, enquanto o uso recorrente no trabalho segue em formação.