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O governo da China anunciou nesta semana uma nova plataforma de "infraestrutura pública de blockchain" liderada pela Conflux Network. O projeto quer oferecer uma rede voltada para aplicações transfronteiriças, segundo um anúncio feito pela Conflux no X, antigo Twitter, na última segunda-feira, 1º.

"O foco principal do projeto é criar uma plataforma de infraestrutura de blockchain pública. Esta plataforma será capaz de apoiar a implementação de projetos de cooperação transfronteiriça ao longo da Iniciativa Cinturão e Rota. Ela fornecerá a base para o desenvolvimento de aplicativos que demonstrem colaboração entre países", destaca.

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A Conflux Network é um ecossistema de blockchain multicadeias operado pela Conflux Foundation, também conhecida como Instituto de Pesquisa de Blockchain Shanghai Tree-Graph.

A iniciativa governamental ocorre apesar da atitude hostil do governo chinês em relação às criptomoedas. A China começou a apertar o cerco à indústria de criptoativos desde 2017, quando o governo ordenou o fechamento das corretoras de criptomoedas chinesas.

O governo chinês proibiu a negociação e mineração de criptomoedas em 2021 e proibiu as exchanges internacionais de oferecerem seus serviços no país. Antes da intensificação da repressão às criptomoedas naquele ano, a China controlava dois terços do total da mineração de bitcoin em todo o mundo.

Apesar da proibição de negociação de criptomoedas, 33,3% dos investidores chineses detêm uma grande quantidade de stablecoins. Os investidores na China continental encontraram maneiras de contornar a proibição de negociação, com a maioria negociando em corretoras de criptomoedas centralizadas, de acordo com um relatório da Kyros Ventures.

O projeto faz parte da Iniciativa Belt and Road (Cinturão e Rota), conhecida como a nova Rota da Seda, que consiste em formar uma rede global de infraestrutura, conectando ferrovias, hidrovias e rodovias, além de portos e aeroportos, para escoamento de produtos.

Já em dezembro de 2023, anunciou que vai lançar uma iniciativa para registrar as identidades dos mais de 1,4 bilhão de habitantes do país em uma rede blockchain. Com o novo serviço, os cidadãos chineses poderão se registrar e entrar em sites de forma anônima por meio de endereços gerados na rede blockchain e chaves privadas, o que poderá permitir uma desconexão entre informações pessoais e dados de transações e outras movimentações bancárias.

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