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Mulheres são o destaque do Brasil nos esportes aquáticos do Mundial de Doha

Ana Marcela foi a única atleta do Brasil a ganhar medalha no Mundial, um bronze na maratona aquática

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Gabrielle Roncatto, do Brasil, compete nas preliminares dos 400m livre feminino da natação durante o 21º Campeonato Mundial de Esportes Aquáticos no Aspire Dome em Doha (Qatar),
February 11, 2024. (Photo by Deepbluemedia/Mondadori Portfolio via Getty Images)

Gabrielle Roncatto, do Brasil, compete nas preliminares dos 400m livre feminino da natação durante o 21º Campeonato Mundial de Esportes Aquáticos no Aspire Dome em Doha (Qatar), February 11, 2024. (Photo by Deepbluemedia/Mondadori Portfolio via Getty Images)

As mulheres foram destaque do Brasil no Mundial de Esportes Aquáticos, encerrado neste domingo, em Doha. Ana Marcela Cunha encabeça esta lista. Ao lado de Viviane Jungblut, conquistou vaga olímpica para maratona aquática de Paris-2024 (10km; elas foram 5º e 14º, respectivamente). Além disso, Ana Marcela levou a medalha de bronze nos 5 km, a única do Brasil neste Mundial.

Esta é a 17ª medalha de Ana Marcela em Campeonatos Mundiais. São, ao todo, 16 em Mundiais de Esportes Aquáticos e uma em um Mundial de Águas Abertas, disputado no Canadá, em 2010.

Na natação, cinco revezamentos garantiram vaga para Paris-2024: 4x100m e 4x200m livre masculino e feminino, além do revezamento 4x100m medley misto.

Entre os revezamentos classificados para os Jogos Olímpicos, destaque para o 4x200m livre feminino que conquistou o quarto lugar pela primeira vez na história. Com Maria Fernanda Costa, Stephanie Balduccini, Aline Rodrigues e Gabrielle Roncatto, o Brasil quebrou o recorde sul-americano que durava oito anos (7min52seg71).

Nas provas individuais, Maria Fernanda Costa, a Mafê, brilhou. Ao lado de Gabrielle Roncatto alcançou final inédita nos 400m livre. E ainda obteve o quarto lugar nos 400m livre e o quinto lugar nos 200m.

Em quatro provas, 200m livre, 400m livre, revezamento 4x100m livre e 4x200m livre, conquistou três finais, dois recordes sul-americanos e dois índices olímpicos.

Stephanie Balduccini também fez sua primeira final individual da carreira em mundiais nos 100m livre.

Mafê, nadadora carioca, de 21 anos, que começou tarde na modalidade, aos 14, ganhou os holofotes nesta competição. Ela contou que há um ano se considerava longe da elite feminina da natação.

A virada de chave, segundo ela, aconteceu pelo estímulo de treinar lado a lado com as melhores do país e sob a batuta de Fernando Possenti, ex-técnico de Ana Marcela por cerca de dez anos e um dos responsáveis pelo ouro olímpico da atleta.

Possenti comanda um grupo de sete atletas da natação, entre eles o medalhista olímpico Fernando Scheffer, Gabriela Roncatto, Beatriz Dizotti, entre outros.

Entre os homens, Guilherme Costa foi o único que conseguiu avançar às finais. Pela terceira edição do Mundial seguida, ele chegou na decisão dos 400m livre. Além disso, foi oitavo nos 200m livre.

O nado artístico brasileiro também figurou em finais no Catar. O dueto misto, formado por Anna Giulia Veloso e Bernardo Santos, chegou às finais do livre e do técnico. Bernardo também fez história ao colocar o Brasil em sua primeira final de Campeonato Mundial no solo (a equipe livre também foi à final da disputa).

Já a seleção brasileira de saltos ornamentais esteve em duas finais e teve como melhor resultado o 13º lugar de Anna Lúcia dos Santos e Luana Lira, no Trampolim 3m Sincronizado.

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